quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Colocar o coração nos negócios.


Não devia, como faço, colocar o coração no trabalho.
Às vezes, isso machuca demais, quando você perde um cliente que adora.
Tem gente que consegue ser fria. Business is business.
Eu nunca consegui ser assim.
Nem vou mudar.
.
JJ

A nossa força.





Somos a força de cada um de nós, somada, multiplicada.



JJ
.

Passagens só de ida.








“Pessoas com vidas interessantes não têm fricote.


 Elas trocam de cidade. Investem em projetos sem garantia. 


Interessam-se por gente que é o oposto delas. 


Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. 


Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. 


Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. 


Começam do zero inúmeras vezes. 


Não se assustam com a passagem do tempo. 


Sobem no palco, tosam o cabelo, fazem loucuras por amor, 


compram passagens só de ida”. 










Martha Mariangela


...

Viver a vida.

Anaterra Viana

Independência...

"Independência é algo para bem poucos: é prerrogativa dos fortes". Para ele, os fracos, não tem a obrigação de ser fortes. Quem quiser se arriscar, penetrará num labirinto que multiplicará mil vezes os perigos que o viver 
já traz consigo. Por isso, os fracos necessitam da compaixão dos homens!"




Nietzsche

Canção do Tamoio.

Não chores, meu filho;

Não chores, que a vida

É luta renhida:

Viver é lutar.

A vida é combate,

Que os fracos abate,

Que os fortes, os bravos

Só pode exaltar.

II

Um dia vivemos!

O homem que é forte

Não teme da morte;

Só teme fugir;

No arco que entesa

Tem certa uma presa,

Quer seja tapuia,

Condor ou tapir.

III

O forte, o cobarde

Seus feitos inveja

De o ver na peleja

Garboso e feroz;

E os tímidos velhos

Nos graves concelhos,

Curvadas as frontes,

Escutam-lhe a voz!

IV

Domina, se vive;

Se morre, descansa

Dos seus na lembrança,

Na voz do porvir.

Não cures da vida!

Sê bravo, sê forte!

Não fujas da morte,

Que a morte há de vir!

V

E pois que és meu filho,

Meus brios reveste;

Tamoio nasceste,

Valente serás.

Sê duro guerreiro,

Robusto, fragueiro,

Brasão dos tamoios

Na guerra e na paz.

VI

Teu grito de guerra

Retumbe aos ouvidos

D'imigos transidos

Por vil comoção;

E tremam d'ouvi-lo

Pior que o sibilo

Das setas ligeiras,

Pior que o trovão.

VII

E a mão nessas tabas,

Querendo calados

Os filhos criados

Na lei do terror;

Teu nome lhes diga,

Que a gente inimiga

Talvez não escute

Sem pranto, sem dor!

VIII

Porém se a fortuna,

Traindo teus passos,

Te arroja nos laços

Do inimigo falaz!

Na última hora

Teus feitos memora,

Tranqüilo nos gestos,

Impávido, audaz.

IX

E cai como o tronco

Do raio tocado,

Partido, rojado

Por larga extensão;

Assim morre o forte!

No passo da morte

Triunfa, conquista

Mais alto brasão.

X

As armas ensaia,

Penetra na vida:

Pesada ou querida,

Viver é lutar.

Se o duro combate

Os fracos abate,

Aos fortes, aos bravos,

Só pode exaltar.













Antonio Gonçalves Dias

Canção do Tamoio.

Não chores, meu filho;

Não chores, que a vida

É luta renhida:

Viver é lutar.

A vida é combate,

Que os fracos abate,

Que os fortes, os bravos

Só pode exaltar.

II

Um dia vivemos!

O homem que é forte

Não teme da morte;

Só teme fugir;

No arco que entesa

Tem certa uma presa,

Quer seja tapuia,

Condor ou tapir.

III

O forte, o cobarde

Seus feitos inveja

De o ver na peleja

Garboso e feroz;

E os tímidos velhos

Nos graves concelhos,

Curvadas as frontes,

Escutam-lhe a voz!

IV

Domina, se vive;

Se morre, descansa

Dos seus na lembrança,

Na voz do porvir.

Não cures da vida!

Sê bravo, sê forte!

Não fujas da morte,

Que a morte há de vir!

V

E pois que és meu filho,

Meus brios reveste;

Tamoio nasceste,

Valente serás.

Sê duro guerreiro,

Robusto, fragueiro,

Brasão dos tamoios

Na guerra e na paz.

VI

Teu grito de guerra

Retumbe aos ouvidos

D'imigos transidos

Por vil comoção;

E tremam d'ouvi-lo

Pior que o sibilo

Das setas ligeiras,

Pior que o trovão.

VII

E a mão nessas tabas,

Querendo calados

Os filhos criados

Na lei do terror;

Teu nome lhes diga,

Que a gente inimiga

Talvez não escute

Sem pranto, sem dor!

VIII

Porém se a fortuna,

Traindo teus passos,

Te arroja nos laços

Do inimigo falaz!

Na última hora

Teus feitos memora,

Tranqüilo nos gestos,

Impávido, audaz.

IX

E cai como o tronco

Do raio tocado,

Partido, rojado

Por larga extensão;

Assim morre o forte!

No passo da morte

Triunfa, conquista

Mais alto brasão.

X

As armas ensaia,

Penetra na vida:

Pesada ou querida,

Viver é lutar.

Se o duro combate

Os fracos abate,

Aos fortes, aos bravos,

Só pode exaltar.









Antonio Gonçalves Dias

Quantos efes?

Rápido e impressionante: conte, quantas letras 'F' tem no texto abaixo, sem usar o mouse:

FINISHED FILES ARE THE RE-
SULT OF YEARS OF SCIENTIF-
IC STUDY COMBINED WITH
THE EXPERIENCE OF YEARS


Contou? Somente leia abaixo depois de ter contado os 'F'.



OK?


quantos??? 3??? Talvez 4???




Errado, são 6 (seis) - não é piada! Volte para cima e leia mais uma
vez! A explicação está mais abaixo...



O cérebro não consegue processar a palavra 'OF'.

Loucura, não?
Quem conta todos os 6 'F' na primeira vez é um 'gênio', 3 é normal, 4 é
mais raro, 5 mais ainda, e 6 quase ninguém.

Quantos efes?

Rápido e impressionante: conte, quantas letras 'F' tem no texto abaixo, sem usar o mouse:

FINISHED FILES ARE THE RE-
SULT OF YEARS OF SCIENTIF-
IC STUDY COMBINED WITH
THE EXPERIENCE OF YEARS


Contou? Somente leia abaixo depois de ter contado os 'F'.



OK?


quantos??? 3??? Talvez 4???




Errado, são 6 (seis) - não é piada! Volte para cima e leia mais uma
vez! A explicação está mais abaixo