A vida não pode ser só trabalho, stress, rancor, angústia e insegurança. Nós somos os únicos responsáveis pela qualidade das nossas vidas. Cabe a cada um de nós planejar seu próprio futuro e melhorar seu presente, a cada dia que passa. A vida passa rápida demais, para não ser bem vivida, com paz, amor, tranquilidade, relax, lazer, prazer e relacionamentos positivos. Por isso mesmo é que A vida não é só isso. JJ
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Publicitária morre, após trabalhar 3 dias sem parar.
A redatora Mita Diran, da Y&R da Indonésia, morreu após cumprir uma jornada de três dias seguidos de trabalho. Segundo a imprensa local, Mita faleceu após combinar excesso de trabalho com abuso no consumo de Kratingdaeng, versão tailandesa de Red Bull.
De acordo com um print screen feito de uma conversa entre Yani Syahrial, pai de Mita, que é diretor executivo de criação de outra agência (não revelada), e um funcionário seu, Mita trabalhou além de seu limite. O funcionário, preocupado, repassou a mensagem com a ressalva: “Por favor, saibam os limites de seu corpo, não se esforce tanto”.
Fonte: Meio e Mensagem
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COMENTÁRIO
Publicitários, entre outros profissionais (como os da Medicina) tem uma estranha compulsão pelo trabalho em horas extras, acima dos limites do corpo humano. Eu mesmo cheguei a trabalhar de 14 a 15 horas por dia, com muita adrenalina nas veias para cumprir prazos absurdos determinados por alguns clientes. Conheço dezenas de publicitários (e de empresários) viciados em trabalho, mesmo com o risco de morte súbita ou de envelhecimento precoce.
O exemplo triste da redatora da Y&R é um exemplo a não ser imitado, por ninguém. Não vale a pena arriscar tanto, por tão pouco. Amanhã, outro profissional estará na cadeira dela e ela acabou com a sua vida de forma tão desnecessária.
Pensem a respeito.
A vida não é só isso.
JJ
domingo, 15 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
50 tons de cinza.
Quatro companheiros mineirinhos costumavam ir pescar
há vários anos juntos.Só que este ano, a mulher do Mané
nem deixô.
Ele ficou muito brabo, e ligou para os companheiros dizendo
que não poderia ir na pesca este ano.
Dois dias depois, os companheiros chegaram na beira do rio.
E quem lá estava, já com a pescaria toda arrumada?
Mané, em pessoa, UAI!!!!!!
Os companheiros de pesca logo perguntaram:
- Uai Mané, ocê disse qui num vinha, qui a patroa num
tinha dexado...Que aconteceu?
Ele disse:
- É simplissssssssssss...Onti, ela acabô di lê um tar
di livro "50 tão de cinza" i aí me levô pru quarto, né? Lá,
tinha umas argema e umas corda em cima da cama.
Aí ela mandô eu argemá-la e marrá ela.
Aí ela falô dess jeito: agora faiz o cocê quiséééééé
Num pensei duas veiz:
Peguei as traia e vazei.
Vim pescá, uai!
há vários anos juntos.Só que este ano, a mulher do Mané
nem deixô.
Ele ficou muito brabo, e ligou para os companheiros dizendo
que não poderia ir na pesca este ano.
Dois dias depois, os companheiros chegaram na beira do rio.
E quem lá estava, já com a pescaria toda arrumada?
Mané, em pessoa, UAI!!!!!!
Os companheiros de pesca logo perguntaram:
- Uai Mané, ocê disse qui num vinha, qui a patroa num
tinha dexado...Que aconteceu?
Ele disse:
- É simplissssssssssss...Onti, ela acabô di lê um tar
di livro "50 tão de cinza" i aí me levô pru quarto, né? Lá,
tinha umas argema e umas corda em cima da cama.
Aí ela mandô eu argemá-la e marrá ela.
Aí ela falô dess jeito: agora faiz o cocê quiséééééé
Num pensei duas veiz:
Peguei as traia e vazei.
Vim pescá, uai!
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
O vício de comer
O povo diz que os gordos são mentirosos e preguiçosos, andam pouco e comem mais do que confessam.
Essa visão preconceituosa está por trás do atraso da medicina no tratamento da obesidade. Quando alguém com excesso de peso procura ajuda médica, a única prescrição que leva para casa é a de reduzir o número de calorias ingeridas.
Existe recomendação mais fadada ao insucesso? É o mesmo que aconselhar o alcoólatra a beber com moderação. Quem consegue controlar a compulsão para comer ou beber não engorda nem fica bêbado.
A primeira descoberta relevante no campo da obesidade só aconteceu nos anos 1990, quando Coleman e Friedman relataram que certos ratos obesos eram insaciáveis porque apresentavam um defeito genético nas células do tecido adiposo, que as tornava deficientes na produção de leptina –hormônio ligado à inibição do apetite.
Foi a demonstração inequívoca de que havia fatores hormonais envolvidos na obesidade.
Logo ficou claro, entretanto, que essa visão hormonal era incompleta: 1) São raros os casos de deficiência de leptina. 2) Muitos obesos, ao contrário, produzem níveis mais altos de leptina, insulina e outros hormônios inibidores da fome, mas são pouco sensíveis a seus efeitos.
A visão atual compara a neurobiologia da obesidade à da compulsão por drogas, como cocaína ou heroína.
Quando a fome aperta, hormônios liberados pelo aparelho digestivo ativam os circuitos cerebrais de recompensa localizados no núcleo estriado. Essa área contém concentrações elevadas de endorfinas, mediadores ligados à sensação de prazer.
À medida que o estômago se distende e os alimentos progridem no trato digestivo, há liberação de hormônios que reduzem gradativamente o gosto que a refeição traz, tornando os alimentos menos atraentes. Os hormônios que estimulam ou diminuem o apetite agem por meio do ajuste fino dos prazeres à mesa.
Carboidratos e alimentos gordurosos subvertem essa ordem. São capazes de excitar sensorialmente o sistema de recompensa a ponto de deixá-lo mais resistente aos hormônios da saciedade. Esse mecanismo explica por que depois do terceiro prato de feijoada, já com o estômago prestes a explodir, encontramos espaço para a torta de chocolate.
À medida que o peso corpóreo aumenta, o organismo responde aumentando os níveis sanguíneos de leptina, insulina e outros supressores do apetite.
Como consequência, surge tolerância crescente às ações desses hormônios. Na obesidade, os circuitos de recompensa respondem mal à presença de alimentos no estômago, exigindo quantidades cada vez maiores para disparar a saciedade. Pessoas obesas precisam comer mais para experimentar a mesma sensação de plenitude acessível com quantidades menores às mais magras.
Como defende Paul Kenny, do Scripps Research Institute, da Flórida: “A obesidade não é causada por falta de força de vontade. Como nas drogas causadoras de dependência, a compulsão pela comida provoca um ‘feedback’ nos centros cerebrais de recompensa: quanto mais calorias você consome, mais fome sente e maior é a dificuldade para aplacá-la”.
Essa armadilha não lembra, de fato, a que aprisiona dependentes de nicotina, cocaína, álcool ou heroína? O efeito sanfona não é comparável às recaídas dos usuários dessas drogas? Faz sentido: a evolução não criaria um sistema de recompensa para cada forma de compulsão.
Durante milhões de anos, a sobrevivência de nossos ancestrais esteve ameaçada pela escassez de alimentos. Como ativar a saciedade era preocupação secundária, a seleção natural privilegiou aqueles dotados de circuitos cerebrais mais eficientes em estimular a fome do que em suprimi-la.
Os avanços da culinária, a fartura, a disponibilidade de alimentos industrializados ricos em gorduras e carboidratos, os sucos, refrigerantes, biscoitos e salgadinhos ao alcance das crianças, a cultura de passar horas à mesa e a vida sedentária criaram as condições ambientais para que a epidemia de obesidade se disseminasse.
Segundo o IBGE, há 52% de brasileiros com excesso de peso ou obesidade, número que nos Estados Unidos ultrapassou 70%. Em poucos anos chegaremos lá.
DRÁUSIO VARELA
domingo, 8 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
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