A vida não pode ser só trabalho, stress, rancor, angústia e insegurança. Nós somos os únicos responsáveis pela qualidade das nossas vidas. Cabe a cada um de nós planejar seu próprio futuro e melhorar seu presente, a cada dia que passa. A vida passa rápida demais, para não ser bem vivida, com paz, amor, tranquilidade, relax, lazer, prazer e relacionamentos positivos. Por isso mesmo é que A vida não é só isso. JJ
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
domingo, 17 de novembro de 2013
sábado, 16 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Brasil, meu Brasil brasileiro.
Aquarela do Brasil
de Ary Barroso
Brasil, meu Brasil Brasileiro,
Meu mulato inzoneiro,
Vou cantar-te nos meus versos:
Meu mulato inzoneiro,
Vou cantar-te nos meus versos:
O Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingar;
O Brasil do meu amor,
Terra de Nosso Senhor.
Brasil!… Brasil!… Prá mim!… Prá mim!…
Bamboleio, que faz gingar;
O Brasil do meu amor,
Terra de Nosso Senhor.
Brasil!… Brasil!… Prá mim!… Prá mim!…
Ô, abre a cortina do passado;
Tira a mãe preta do cerrado;
Bota o rei congo no congado.
Brasil!… Brasil!…
Tira a mãe preta do cerrado;
Bota o rei congo no congado.
Brasil!… Brasil!…
Deixa cantar de novo o trovador
À merencória à luz da lua
Toda canção do meu amor.
Quero ver essa Dona caminhando
Pelos salões, arrastando
O seu vestido rendado.
Brasil!… Brasil! Prá mim … Prá mim!…
À merencória à luz da lua
Toda canção do meu amor.
Quero ver essa Dona caminhando
Pelos salões, arrastando
O seu vestido rendado.
Brasil!… Brasil! Prá mim … Prá mim!…
Brasil, terra boa e gostosa
Da moreninha sestrosa
De olhar indiferente.
Da moreninha sestrosa
De olhar indiferente.
O Brasil, verde que dá
Para o mundo admirar.
O Brasil do meu amor,
Terra de Nosso Senhor.
Brasil!… Brasil! Prá mim … Prá mim!…
Para o mundo admirar.
O Brasil do meu amor,
Terra de Nosso Senhor.
Brasil!… Brasil! Prá mim … Prá mim!…
Esse coqueiro que dá coco,
Onde eu amarro a minha rede
Nas noites claras de luar.
Ô! Estas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincar.
Onde eu amarro a minha rede
Nas noites claras de luar.
Ô! Estas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincar.
Ô! Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil Brasileiro,
Terra de samba e pandeiro.
Brasil!… Brasil!
É o meu Brasil Brasileiro,
Terra de samba e pandeiro.
Brasil!… Brasil!
Na voz de Francisco Alves:
Os encontros.
"...Os encontros mais importantes
já foram combinados pelas almas,
antes mesmo que os corpos se vejam..."
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Dia da Diabetes e Curitiba

CURITIBA É A SEGUNDA CAPITAL COM MAIS DIABÉTICOS NO PAÍS
Dados inéditos divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Ministério da Saúde apontam que Curitiba é a segunda capital brasileira com maior percentual de pessoas com diabetes, atrás apenas de São Paulo. Segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2012), 8,4% da população curitibana sofre com a doença, enquanto na capital paulista o índice é de 9,3%.
Os dados foram divulgados hoje por conta do dia 14 de novembro ser o Dia Mundial do Diabetes. A Vigitel 2012 dados nas 26 capitais e no Distrito Federal, ouvindo 45.448 pessoas.
Os dados do Ministério da Saúde apontam ainda que o número de casos no Brasil cresceram 40% entre 2006, primeiro ano do levantamento, e ano passado. O percentual de pessoas que se declararam diabéticas passou de 5,3% para 7,4% no período.
O avanço da diabetes está relacionado ao excesso de peso, à falta de exercícios físicos, à má alimentação e o envelhecimento da população. O Vigitel aponta que 75% do grupo de brasileiros convivendo com a diabetes estão acima do peso. Em 2012, pela primeira vez na história o número de pessoas com sobrepeso superou a metade da população, chegando a 51%.
“Os hábitos de vida dos brasileiros sofreram uma profunda mudança nos últimos anos, que estão provocando o aumento de doenças crônicas como o diabetes”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Expansão do diabetes
Pelo Vigitel 2012, o diabetes é mais comum em mulheres (8,1%) do que em homens (6,5%). O estudo revela também a educação é um fator importante de prevenção: 3,8% dos brasileiros com mais de 12 anos de estudo declararam ser diabéticos, enquanto 12,1% dos que têm até oito anos de escolaridade dizem ter a doença.
Pelo Vigitel 2012, o diabetes é mais comum em mulheres (8,1%) do que em homens (6,5%). O estudo revela também a educação é um fator importante de prevenção: 3,8% dos brasileiros com mais de 12 anos de estudo declararam ser diabéticos, enquanto 12,1% dos que têm até oito anos de escolaridade dizem ter a doença.
O crescimento ocorreu em todas as faixas etárias, porém na faixa de 35 a 44 anos o aumento foi mais significativo: 26,6% de 2006 a 2012. No ano passado, o percentual de pessoas nessa faixa etária, que declararam ter diabetes, foi de 3,9%, enquanto em 2006 o dado foi 2,9%. Outra faixa etária de destaque foi a de 65 anos e mais que passou de 19,2% para 22,9%, de 2006 a 2012, respectivamente.
Sobre a doença
A diabetes é uma doença crônica resultante do desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue. Isso ocorre quando o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente (diabetes tipo 1) ou quando a insulina produzida pelo pâncreas não age adequadamente nas células devido a uma resistência do corpo à ação dela (diabetes tipo 2). Quando um destes problemas com a insulina ocorre, a glicose deixa de ser absorvida pelas células, o que provoca a elevação dos níveis de glicose no sangue.
A diabetes é uma doença crônica resultante do desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue. Isso ocorre quando o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente (diabetes tipo 1) ou quando a insulina produzida pelo pâncreas não age adequadamente nas células devido a uma resistência do corpo à ação dela (diabetes tipo 2). Quando um destes problemas com a insulina ocorre, a glicose deixa de ser absorvida pelas células, o que provoca a elevação dos níveis de glicose no sangue.
A principal característica da diabetes é a hiperglicemia (elevação dos níveis de glicose no sangue), que pode se manifestar por sintomas como poliúria (excesso de urina), polidipsia (sede aumentada), perda de peso, polifagia (fome aumentada) e visão turva. Esses sinais e sintomas são mais evidentes no diabetes tipo 1. O diabetes tipo 2 em geral é mais “silencioso” e é mais comum na faixa etária dos adultos.
Capitais/DF
|
Total (%)
|
Masculino (%)
|
Feminino (%)
|
|---|---|---|---|
Aracaju
|
6,0
|
5,1
|
6,8
|
Belém
|
5,5
|
3,9
|
6,8
|
Belo Horizonte
|
6,6
|
5,0
|
7,9
|
Boa Vista
|
5,5
|
5,3
|
5,7
|
Campo Grande
|
6,5
|
5,0
|
7,9
|
Cuiabá
|
6,9
|
6,2
|
7,5
|
Curitiba
|
8,4
|
8,4
|
8,4
|
Florianópolis
|
7,3
|
6,1
|
8,4
|
Fortaleza
|
6,7
|
7,4
|
6,1
|
Goiânia
|
5,4
|
5,0
|
5,8
|
João Pessoa
|
5,9
|
5,4
|
6,4
|
Macapá
|
4,9
|
3,4
|
6,3
|
Maceió
|
7,3
|
6,1
|
8,3
|
Manaus
|
4,9
|
4,6
|
5,1
|
Natal
|
8,0
|
6,7
|
9,0
|
Palmas
|
4,3
|
3,1
|
5,5
|
Porto Alegre
|
8,0
|
7,3
|
8,7
|
Porto Velho
|
5,0
|
4,4
|
5,7
|
Recife
|
7,7
|
7,2
|
8,1
|
Rio Branco
|
6,0
|
5,6
|
6,4
|
Rio de Janeiro
|
7,8
|
7,1
|
8,4
|
Salvador
|
6,0
|
5,6
|
6,3
|
São Luís
|
5,5
|
5,4
|
5,7
|
São Paulo
|
9,3
|
7,7
|
10,6
|
Teresina
|
5,1
|
5,7
|
4,6
|
Vitória
|
7,4
|
6,3
|
8,2
|
Distrito Federal
|
6,6
|
5,2
|
7,9
|
Fonte: Bem Paraná
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Amei
AMEI
Como um cristal, o coração trincou
.
Doeu, lá no fundo, mas não quebrou.
Nunca mais será o mesmo coração
Que um dia ardeu de tanta paixão
.
Dizem que a gente perdoa, mas não esquece
As dores do peito, mas só sabe quem padece.
É uma dor fina, funda, como a de um punhal
Na desilusão de sabe que nunca mais será igual.
Amar, a gente pode amar a mais de uma pessoa.
Depende do momento, do sentimento, de cada pessoa
Nas mais diferentes formas e intensidades, o amor
não deveria nunca, nunca, nunca se transformar em dor.
Se amor termina, não sei, nunca saberei.
Só seu que amei e amei e como amei.
Na vida, as desilusões acontecem, são comuns.
Mas nossos grandes amores...estes são incomuns.
São gigantes, poderosos e frágeis.
Que desabam com poucas palavras fáceis
Que, Deus, nunca deveriam ser ditas
por pessoas que julgamos tão benditas.
Amei, mesmo assim.
Mesmo achando que seria sem fim.
Mesmo imaginando que fosse eterno,
Mas terminou sem ser ao menos terno.
Assim é a vida. Quando o coração cresce e imagina
que encontrou a pessoa certa para a sua vida, termina.
Assim é a vida. De cada ilusão se aprende a lição
de que não somos para sempre. Nem é nosso coração.
Amei mais de uma vez. E não aprendi ainda
que o amor é fruto de duas paixões infindas.
De duas pessoas que se querem acima de tudo,
De todas as dificuldades, distâncias, acima de tudo.
Mas, como pode ser infindo o amor, se a vida é finita?
A gente morre, o amor fica? Ou fica só aquela saudade finita...
Com o tempo, seremos esquecidos, mortos ou vivos,
Por todos que nos amaram de forma infinita.
Cruel, parece e é, lembrar da morte ao tratar de amor,
mas ela será sempre inevitável, para nosso terror.
Bom seria se os amores verdadeiros não morressem
Nunca. Que para sempre e eternamente vivessem.
Mas a utopia da vida eterna não conforta
A quem sabe que nada mais importa
Do que viver a vida com intensidade e amor
Mesmo que às vezes estes amores tragam a dor.
Amei, amo, continuarei amando.
Não importa até quando.
JJ
Como um cristal, o coração trincou
.
Doeu, lá no fundo, mas não quebrou.
Nunca mais será o mesmo coração
Que um dia ardeu de tanta paixão
.
Dizem que a gente perdoa, mas não esquece
As dores do peito, mas só sabe quem padece.
É uma dor fina, funda, como a de um punhal
Na desilusão de sabe que nunca mais será igual.
Amar, a gente pode amar a mais de uma pessoa.
Depende do momento, do sentimento, de cada pessoa
Nas mais diferentes formas e intensidades, o amor
não deveria nunca, nunca, nunca se transformar em dor.
Se amor termina, não sei, nunca saberei.
Só seu que amei e amei e como amei.
Na vida, as desilusões acontecem, são comuns.
Mas nossos grandes amores...estes são incomuns.
São gigantes, poderosos e frágeis.
Que desabam com poucas palavras fáceis
Que, Deus, nunca deveriam ser ditas
por pessoas que julgamos tão benditas.
Amei, mesmo assim.
Mesmo achando que seria sem fim.
Mesmo imaginando que fosse eterno,
Mas terminou sem ser ao menos terno.
Assim é a vida. Quando o coração cresce e imagina
que encontrou a pessoa certa para a sua vida, termina.
Assim é a vida. De cada ilusão se aprende a lição
de que não somos para sempre. Nem é nosso coração.
Amei mais de uma vez. E não aprendi ainda
que o amor é fruto de duas paixões infindas.
De duas pessoas que se querem acima de tudo,
De todas as dificuldades, distâncias, acima de tudo.
Mas, como pode ser infindo o amor, se a vida é finita?
A gente morre, o amor fica? Ou fica só aquela saudade finita...
Com o tempo, seremos esquecidos, mortos ou vivos,
Por todos que nos amaram de forma infinita.
Cruel, parece e é, lembrar da morte ao tratar de amor,
mas ela será sempre inevitável, para nosso terror.
Bom seria se os amores verdadeiros não morressem
Nunca. Que para sempre e eternamente vivessem.
Mas a utopia da vida eterna não conforta
A quem sabe que nada mais importa
Do que viver a vida com intensidade e amor
Mesmo que às vezes estes amores tragam a dor.
Amei, amo, continuarei amando.
Não importa até quando.
JJ
terça-feira, 12 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
domingo, 10 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
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