
A vida não pode ser só trabalho, stress, rancor, angústia e insegurança. Nós somos os únicos responsáveis pela qualidade das nossas vidas. Cabe a cada um de nós planejar seu próprio futuro e melhorar seu presente, a cada dia que passa. A vida passa rápida demais, para não ser bem vivida, com paz, amor, tranquilidade, relax, lazer, prazer e relacionamentos positivos. Por isso mesmo é que A vida não é só isso. JJ
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
A paixão entre o oceano e o céu.

O oceano se apaixonou pelo céu,
mas ele sabia que nunca ficariam juntos,
até que um dia caiu uma gota do céu,
Desde então é na chuva que eles se amam...
()
Fábula da convivência.
Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo
terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo,
muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi, então, que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.
E todos juntos, bem unidos agasalhavam-se mutuamente.
Aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos.
Justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.
E afastaram-se, feridos, magoados e sofridos.
Dispersaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Doíam muito ...
Mas, essa não foi a melhor solução : afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.
Os que não morreram, voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções e delicadezas , de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro.
Mínima, mas o suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar e sem causar danos recíprocos.
Assim conviveram, resistindo a longa era glacial.
Sobreviveram !!!
KON
sábado, 19 de janeiro de 2013
Por que será que...
...a mente gosta sempre de andar à frente do coração?
Ansiosa essa moça! Nem nos deixar curtir a paisagem pela janela. Adora projetar-nos para a próxima tarefa, conta, medo, insegurança. Assim o aroma do presente fica menos vibrante.
...a felicidade assusta?
O medo de perdê-la pode ser maior que a alegria de ficar em seus braços. Sabotagem não acontece só nos enredos repetitivos das novelas. Costuma ser um hábito intrínseco.
...todo filho é lindo?
O amor de mãe conserta qualquer desvio de forma e beleza. Nada mais puro, intenso, simples e poderoso. E tem gente que prefere dinheiro, status, o vazio de uma vida numérica.
...é mais fácil acreditar na palavra do inimigo do que na do amigo?
Como ele não se preocupa conosco, não demora para expulsar os adjetivos. Já o amigo, perde mais tempo selecionando as palavras e não as libera com a mesma gana. Ou será que nossa autoestima nem sempre é musculosa o bastante para se bancar?
...alguns preferem marcas na sacola a livros na lembrança?
Guarda-roupa de grife mostra peso na carteira. Livros? Charme no espirito. Mas, nem todos são sensíveis às palavras não impressas nas etiquetas.
...insistimos em julgar o outro com os nossos próprios óculos?
Nada mais impreciso e injusto. Às vezes não enxergamos nada e relatamos ínfimos detalhes.
...as lembranças boas são ainda mais doces do que quando foram degustadas no passado?
Os neurônios são ótimos arquitetos do passado e costumam ser contratados pelo coração. Assim, mantém viva a Dona Nostalgia.
...a verdade tem tantos donos?
E esses proprietários só não são mais ignorantes do que pretensiosos. Colocam a bola embaixo do braço e abandonam o time que não se rende à sua suprema razão.
...as pessoas adoram criticar o que não conhecem, nao entendem, não dominam?
A ignorância é mais comum em bocas com línguas frouxas e cérebro com poucas horas de vôo.
CÉLIA LINSINGEN
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