quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A vida é bela.


A vida é bela, como esta melodia (com André Rieu e orquestra).

http://www.youtube.com/watch?v=EE5FiCJ4vow

JJ

Não desista.



Nunca desista de alguém,

se você não consegue passar

um dia sequer sem pensar nele/nela.


Sabedoria popular

Obrigações da vida.


“A vida é cheia de obrigações 

que a gente cumpre por mais vontade 

que tenha de as infringir deslavadamente.”



Machado de Assis

A realidade...


Às vezes, só ouça.

Life...

O estímulo da paixão





A paixão é um estímulo. 

Significa nosso envolvimento intenso com o que fazemos ou com quem nos relacionamos, o que pode favorecer o desenvolvimento de nossas potencialidades intelectuais, morais, emocionais, criativas, artísticas e pessoais.

No entanto, a paixão se torna um mal quando abdicamos do discernimento, da razão, do bom senso, sustentando-a sem proveito real, sem utilidade legítima, sem benefícios, comprometendo-nos num comportamento irregular e até insano.

Paixão pode criar um grande futuro, ou arrastar à tragédia de um fracasso retumbante.

Grandes conquistas são fruto de uma grande paixão. 

Grandes fracassos, geralmente, também.

Pensem nisso.

Mas não deixem de se apaixonar...com os pés no chão.


JJ

Acredite


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Obstáculos.



Qualquer obstáculo não é motivo para desistir.

A nossa vida é cheia de obstáculos a serem superados, vencidos.

Quem desiste fácil não merece seguir em frente.

JJ

Comunicação de marketing inteligente, da Dove.

Foto: Afinal, números são apenas números. =P

Bom provérbio...

Foto

Cabe a mim.


História dos bordéis e cafetinas de Curitiba


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O jornalista, escritor e cartunista Dante Mendonça lança seu novo livro, “Maria Batalhão – Memórias Póstumas de uma Cafetina” (Editora Esplendor – 290 páginas), no dia 21 de setembro, sexta-feira das 17 às 21 horas, no Paço da Liberdade. Com a orelha assinada pelo escritor Deonísio da Silva (“deslumbrante e assombroso livro”), o cronista diário da Tribuna do Paraná abre uma a uma as gavetas da penteadeira de Maria Batalhão, onde repousam as mais íntimas recordações das gloriosas cafetinas da obra de Dalton Trevisan: Dinorá, que custeou a faculdade de muito doutorzinho; Otília, com seu bangalô de cor azul-calcinha; Alice, a fada negra que fervia no caldeirão água quentinha para as suas meninas; Uda, que às três da tarde recebia ungidos do Senhor; Ávila, a loira de novecentos quilos, parente de Jânio Quadros; quem era Madame Genet, que fez mais para imaginação dos curitibanos do que Alexandre Dumas ou Victor Hugo? Que fim levou a Francesa do Cachorrinho, que não era uma, mas eram muitas? Este curioso universo de paixões carnais, segredos e momentos picarescos da alma de nossa sociedade inominável, são a matéria-prima do ficcionista, cartunista e observador de costumes Dante Mendonça que, a rigor, recria com todos seus matizes, neste livro, a essência da vida das casas de tolerância.
Na linha do tempo de um século de prostíbulos, a cafetina faz os seus relatos um tanto inventados, um tanto exagerados, pois não há como estipular a fronteira entre a realidade e a ficção destas memórias  que se entrecruzam com episódios históricos, pitorescos e chocantes. Ao tempo em que sua própria história se confunde com a história de Curitiba, Maria Batalhão revive os hábitos e costumes daquela gente “contida” e “fria”, mas que, debaixo dos lençóis…, ah!, mudava totalmente de figura.
Imperdível, como todos os ótimos livros do Dante.
JJ

Somos todos iguais perante a lei?



Um dos fundamentos da democracia não está enraizado 

no país – é o sentimento de que somos iguais perante a lei. 

O cidadão brasileiro não se sente amparado pela lei.
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Fernando Henrique Cardoso
Ex-Presidente do Brasil

Quem chora?



Quem chora?
A máscara?
Ou a pessoa por trás dela?
Na hora,
tire a máscara,
ou sofra com ela.

JJ

Baco.


Guido Reni, 1623.
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Caravaggio, 1595
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Água.

O valor de um homem.