segunda-feira, 4 de julho de 2011

Duas coisas, só.

Relacionamento é baseado em 
duas coisas: beleza e paciência.

Se der certo, beleza! 
Se não der, paciência...


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Simples





Faça o que for necessário para ser feliz. 


Mas não se esqueça que a felicidade é


um sentimento simples. Você pode 


encontrá-la e deixá-la ir embora por


não perceber a simplicidade dela.







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Valeu!

Não sei se estou perto ou longe demais,
se peguei o rumo certo ou errαdo,
sei… αpenαs que sigo em frente,
vivendo dias iguais de formas diferentes!
Já não caminho mαis sozinho,
levo comigo cada recordação,
cαdα vivência, cada lição.
Mesmo que tudo não ande dα formα que eu gostαriα;
saber que jα não sou o mesmo de ontem
me faz perceber que valeu α pena…

domingo, 3 de julho de 2011

Minha casa é assim...

Casa arrumada é assim...
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.






Carlos Drummond de Andrade


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Minha casa é assim.
JJ
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sábado, 2 de julho de 2011

Felicidade





Felicidade é quando o que você pensa,
 o que você diz e o que você faz estão em harmonia. 



 Mahatma Gandhi

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ser feliz.



Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade!






Drummond


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Respeite as diferenças.

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele se vira para o chinês e pergunta: – Desculpe-me, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde: – Sim, geralmente na mesma hora que o seu vem cheirar as flores!
Respeitar as opções do outro “em qualquer aspecto” é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter.
As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente.
Nunca julgue.
Apenas compreenda.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

História da Cachaça

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açucar em um tacho e levavam ao fogo.
Nao podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
O que fazer agora?!!!
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era alcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
(História contada no Museu do Homem do Nordeste).