domingo, 16 de fevereiro de 2014

A índole do escorpião



Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.
Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, não é problema nosso… é problema deles.

Estupidez e preguiça


Esta é a verdade...

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Uma carta de uma menina para Einstein...e a resposta dele.


Foi divulgada uma carta de uma criança de 6 anos, escrita em 1936, e que tinha como destinatário Albert Einstein. A criança deparou-se com uma série de dúvidas sobre as crenças dos cientistas e decidiu tirar as suas dúvidas.

Phyllis, uma aluna do ensino básico, dirigiu então uma carta a Einstein na qual questionava se os cientistas tinham por hábito rezar.

“Caro Einstein, durante uma aula levantamos a questão: Será que os cientistas rezam? Começamos por interrogar-nos se é possível conciliar a ciência com a religião. Estamos a escrever a vários cientistas para tentar receber uma resposta. Ficaríamos muito honrados se nos respondesse à seguinte questão: “Os cientistas rezam e pelo que rezam?”, pode ler-se.

Por incrível que pareça, Einstein respondeu e demorou apenas cinco dias a fazê-lo.

“Os cientistas acreditam que tudo o que acontece está relacionado com as leis da natureza. Assim sendo, um cientista nunca acredita que o desenrolar dos acontecimentos possam ser influenciados por crenças, ou por um desejo sobrenatural”, diz, explicando depois que, no entanto, os seus conhecimentos sobre esta matéria não são perfeitos e que, por isso, no final, todos eles acreditam que “é possível que haja algo sobrenatural.”

“Todos aqueles que estão envolvidos no estudo da ciência chegam a um ponto em que acreditam que as leis do universo têm como base algo que é muito superior ao homem. Desta forma, a busca da ciência leva a um sentimento religioso”, acrescenta.

Embora a carta não revele muito sobre as crenças de Einstein, para o The Huffigton Post, o cientista consegue de forma bastante sublime fazer crer que há espaço na ciência para que se acredite em algo superior ao homem.

A carta foi publicada no livro ‘Dear Professor Einstein: Albert Einstein's Letters to and from Children', de Alice Calaprice.

Santo Remédio

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Ensinamentos das MÃES DE ANTIGAMENTE


Coisas que nossas mães diziam e faziam...
Era uma forma, hoje condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente...
Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO...
"ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!"
Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA...
"PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINA L! QUEM É QUE MANDA AQUI?"
Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO...
"CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!"
Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO...
" FECHA A BOCA E COME! "
Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA...
"CALMA!... QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ..."
Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO...
"SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!"
Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL...
"SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!"
Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA...
"VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!"
Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES ...
"TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?"
Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE...
"QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER."
Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇ A...
"UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRÁ VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!"
Minha mãe me ensinou RELIGIÃO ...
"MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!"
Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ...
"SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!"
Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO...
"VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!"
Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOGO...
"NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?"
Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO...
"EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!"
Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ...
"SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!"
Minha mãe me ensinou os NÚMEROS ...
"VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!"

Brigadão, Mãe !!!

Eu não virei bandido.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Confusão mental, após os 60 anos.

Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
-Quais as causas que mais fazem pessoas com mais de 60 ANOS terem confusão mental?

Alguns arriscam: "Tumor na cabeça". 
Eu digo: ?Não?"Não".
Outros apostam: "Mal de Alzheimer". 
Respondo, novamente: "Não". 
A cada negativa a turma espanta-se.

E ficam ainda mais boquiabertos quando enumero os três responsáveis mais comuns: 
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os familiares mais velhos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é.
Constantemente, sem sentir sede, deixamos de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo.
Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.

Insisto: não é brincadeira.
A partir dos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo.
Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, menor reserva hídrica..
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água,
 os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:
Pessoas com
 mais de 60 anos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo.
Mesmo que a pessoa seja saudável, fica prejudicado o desempenho
 reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:
O primeiro é para os MAIORES DE 60 ANOS:
Tornem voluntário o hábito de beber líquidos.
Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite.
Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, e tangerina, também funcionam.
O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro.
Lembrem-se disso!

Meu segundo alerta é para os familiares:
Ofereçam constantemente líquidos aos familiares com mais de 60 anos.
Ao mesmo tempo, fiquem atentos.
Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro,confusos, irritadiços, fora do ar, atenção.
É quase certo que sejam sintomas decorrentes de  desidratação.
"Líquido neles e rápido para um serviço médico".

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Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

MInhas madrugadas.



Eu sou assim...varo a madrugada, quase sempre.
As ideias fluem livres de distrações.
Sou eu e meu teclado, uma música de fundo ou a CBN...
Uma latinha de Coke e desafios a vencer.
Os sonhos surgem e tento transformá-los em realidades.

JJ

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Aprenda a harmonizar queijos e cervejas


Nome aos pedaços - Os nomes dos vários queijos são  marcados em palitos coloridos. Geleias de frutas ficam à  disposição para quem quiser um toque doce. Queijos Tirolez,  molheiras Utilplast (Foto:  Iara Venanzi)
Aprenda a harmonizar queijos e cervejas
cerveja continua a ser a companhia imbatível para petiscos de boteco. Mas, de alguns anos para cá, ela ganhou espaço onde antes os vinhos reinavam absolutos. Eventos de harmonização de queijos e cervejas não soam mais como maluquice de quem bebeu além da conta. Pelo contrário: a cada ano, aumenta o número de fãs dessa combinação. Apesar de ainda ter ares de novidade por aqui, a união de loiras (e ruivas e morenas) com queijos é um caso de amor antigo. “São muitos os países que produzem queijos de qualidade e que não possuem condições adequadas para o cultivo de uvas vitiviníferas, como a Grã-Bretanha e a Holanda”, diz o maître fromager Jair Jorge Leandro. Por outro lado, esses lugares fabricam cervejas especiais há séculos. Nada mais natural do que servir juntos os dois produtos de excelência.

Razões para esse casamento dar certo não faltam: a carbonatação (gás) da cerveja ajuda a limpar as papilas gustativas e a cortar a gordura do queijo, explica a beer sommelière Carolina Oda, da importadora Tarantino. A variedade de cervejas possibilita tanto harmonizações por contraste (bebida adocicada e queijo salgado, por exemplo) quanto por similaridade (notas amendoadas em ambos os elementos). E há ainda o argumento de que a cerveja nada mais é do que o pão líquido, lembra Carolina, ou seja, o par perfeito para um bom naco de laticínio.

Ficou animado para chamar os amigos e pôr as teorias em prática? Para ajudar você nessa empreitada, Casa e Comida fotografou um encontro comqueijos e cervejas no apartamento do arquiteto Nelson Kabarite, com muitas ideias de decoração. Se quiser incrementar a noite, prepare as receitas do chef João Belezia, do bufê que leva seunome, especialmente pensadas para acompanhar a bebida. A reportagem traz ainda dicas de harmonização dos especialistas e sugestões de rótulos. Aproveite as indicações, mas não se reprima: o mais bacana dessas reuniões é descobrir as suas combinações favoritas. 
Cervejas especiais merecem um recipiente à altura. Gaveta de metal Benedixt, jogo americano redondo Roupa de Mesa Bolachas numeradas Maria Lembrancinha identificam a cerveja da vez (Foto: Iara Venanzi )Cervejas especiais merecem um recipiente à altura. Gaveta de metal Benedixt, jogo americano redondo Roupa de Mesa Bolachas numeradas Maria Lembrancinha identificam a cerveja da vez (Foto: Iara Venanzi )
Dicas para a harmonização
1. Quanto mais forte for o queijo, mais potente deve ser a cerveja. “Quando falamos em potência na cerveja, falamos em álcool e amargor”, diz a especialista Carolina Oda.
2. Comece sempre com cervejas mais leves e queijos mais suaves, para depois ir para os rótulos mais encorpados e queijos mais fortes.
3. Para todo mundo sair da degustação “inteiro”, limite o número de rótulos a cinco. Uma boa medida é beber de 150 ml a 200 ml de cada tipo de cerveja.
4.Tenha pelo menos três tipos de queijo: um adocicado e/ou frutado (estepe, gruyère e em mental, por exemplo), um mais salgado (parmesão) e outro com fungos (brie, camembert).
5. Sirva água à vontade durante a degustação. Ela serve tanto para limpar o paladar como para amenizar os efeitos do álcool.
6. A temperatura de serviço das cervejas varia de 2 oC a 14 oC. Quanto mais alcoólica e complexa for a bebida, menos refrigeração ela pede. A recomendação para uma porter, por exemplo, costuma ser de 8 oC a 12 oC. Já uma pilsen cai bem estupidamente gelada.
Fonte: Revistas Cláudia - Carolina Oda, sommelièrede cerveja da importadora Tarantino; Guilherme Costa, sommelier de cerveja do Melograno; e Disney Criscione, gerente de relações institucionais da Tirolez e queijólogo  
Lâminas certas - Uma impressão feita em casa ajuda a identificar a faca adequada para cada queijo. Moldura Tok & Stok, conjunto de facas Spicy e grana padano com mel trufado (Foto: Iara Venanzi )Lâminas certas - Uma impressão feita em casa ajuda a identificar a faca adequada para cada queijo. Moldura Tok & Stok, conjunto de facas Spicy e grana padano com mel trufado (Foto: Iara Venanzi )