sábado, 27 de outubro de 2012

O grande valor de um sorriso bonito



 

 

 


Quem tem um sorriso bonito, com dentes
bonitos, ganha até 5% mais do que quem não
os têm...

E quem tem dentes bonitos sorri mais,
por isso é mais feliz.

Quem não tem dentes bonitos, esconde 
os seus sorrisos.


Entrevista na CBN, 
com Dr. Marcelo Fonseca, 
ondontólogo.

Muitos políticos nem ligam


Banana faz bem.


Extraído de um post lusitano.

Frutas nas forminhas de gelo...

Preferência nacional: Feijoada Completa.



Como é bom comer uma boa feijoada completa.
Meus pais faziam a melhor do país, segundo 4 Rodas, nos
anos 70. A receita continua em família e só para amigos.
Sei, não sou eterno, por isso prometo, em breve publicar
a receita, num livro de culinária que estou terminando.
Por enquanto, vale lembrar: sábado é dia de feijoada!

JJ


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Políticos.



Um sonho

Explique...

A felicidade não é um destino. É uma forma de viver.


Acredite na Natureza.


Pra ninguém roubar teu sanduíche.


Durma bem.

Sem palavras.



Deixe ir...



Bateu uma fominha?


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Lições




Nenhuma situação é sem lição, absolutamente nenhuma situação. Todas as situações estão repletas, mas você deve descobrir; pode não estar disponível na superfície. Você deve ficar alerta, você deve observar todos os aspectos da situação.

OSHO
 

Nade. nade, nade...

É...

Dia de Faxina.


"Hoje é dia de faxina, pegue todos os teus medos, 

problemas, ansiedade, sofrimentos, tudo aquilo que

te impede de ser feliz e jogue na lata de lixo." 




(From Cris)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Não retruque.


Seu coração.


Fale.

No mundo dos sonhos.




No mundo dos sonhos,
eu sonho com mundos
fantásticos e bisonhos,
vivos e morimbundos.
.
Lembro-me de alguns.
Apaguei muitos outros.
Há mundos incomuns.
Outros são só outros.
.
Mistérios sonhados,
frutos da imaginação.
Gostaria de ter voltado
a sonhar com o coração.
.
Mas sonhos misteriosos
não têm explicações.
E nos deixam ansiosos,
querendo realizações.
.
Sonho com pessoas vivas,
e que até já morreram,
Lembranças vivas
que nunca aconteceram.
.
Imagens reais, confundidas
com um possível amanhã.
Realidades esquecidas
ao abrir os olhos pela manhã
.
JJ



Que bonito que é uma fêmea com apetite.





Fazia tempo que não via uma mulher comer com tanto gosto e determinação.
Todas as fomes, fome de tudo, fome de viver.
Foi agora em Curitiba, no Gato Preto, em um jantar dançante neste lugar ímpar, o melhor da madruga na cidade dos vampiros literários.
A moça devorava uma costela, especialidade da casa, em um cenário que reúne profissionais da noite e amadoras. Ambiente incrível com direito a uma dupla –tecladinho e voz- de músicas românticas e gauchescas.
Como comia gostoso aquela dama. Lambia os beiços às duas da madrugada. K., minha musa existencialista, que o diga. Voltávamos do Wonka, onde apresentei com o Fausto Fawcett mais uma edição do projeto “Trovadores do Miocárdio”.
Aquela comilança da curitibana me faz retornar ao tema do medo das mulheres diante da balança.
Você, amigo, sai com a pequena, e ela só belisca, qual um passarinho, uns saudáveis farelos ou engole umas folhinhas sem graça.
Que desgosto.
Você caprichou na escolha do restaurante, acordou com água na boca por um prato que só você sabe onde encontrá-lo, quer fazer uma presença, fazer bonito com a cria da sua costela.
Que desgosto, a gazela mira o ambiente com “nojinho”, de tão fresca. Uma estraga-prazeres, eclipse de um belo sabadão ensolarado.
Ah, nada mais bonito do que uma mulher que come bem, com gosto, paladar nas alturas, lindamente derramada sobre um prato de comida, comida com sustança.
Os olhinhos brilham, a prosa desliza entre a língua, os dentes, sonhos, o céu da boca. Ela toma uma caipirinha, a gente desce mais uma, sábado à tarde, nossa doce vida, nossos planos, mesmo na velha medida do possível.
Pior é que não é mais tão fácil assim encontrar esse tipo de criatura. Como ficou chato esse mundo em que a maioria das mulheres não come mais com gosto, talher firme entre os dedos finos, mãos feitas sob medida para um banquete nada platônico.
Época chata essa. As mulheres não comem mais, ou, no mínimo, dão um trabalho desgraçado para engolir, na nossa companhia, alguma folhinha pálida de alface. E haja saladinha sem gosto, e dá-lhe rúcula!
A gente não sabe mais o que vem a ser o prazer de observar a amada degustando, quase de forma desesperada, um cozido, uma moqueca, uma feijoada completa, uma galinha à cabidela, massa, um chambaril, um sarapatel, um cuscuz marroquino/nordestino, um cabrito, um ossobuco, um bife à milanesa, um tutu na decência, mocotó, um baião de dois, uma costela no bafo, abafa o caso!
Foi embora aquela felicidade demonstrada por Clark Gable no filme ”Os Desajustados”, quando ele observa, morto de feliz, Marilyn Monroe devorando um prato de operário. E elogia a atitude da moça, loa bem merecida.
Além do prazer de vê-las comendo, pesquisas recentes mostram que as mulheres com taxas baixíssimas de colesterol costumam ser mais nervosas, dão mais trabalho em casa ou na rua, barraco à vista, intermináveis discussões de relação…
Nada mais oportuno para convencê-las a voltar a comer, reiniciá-las nesse crime perfeito.
Moças de todas as geografias afetivas e gastronômicas, aos acarajés, às fogazzas, aos pastéis, aos cabritos assados e cozidos, ao  sanduíche de mortadela, à dobradinha à moda do Porto, ao lombo -de lamber os lábios!-, ao churrasco de domingo para orgulho do cunhado que capricha na carne e sabe a arte de gelar uma cerva. E aquela fava, meu Deus, com charque, enquanto derrete a manteiga de garrafa, último tango do agreste.
O importante é reabrir o apetite das moças, pois, repito, senhoras e senhores, o velhíssimo mantra: homem que é homem não sabe sequer -nem procura saber- a diferença entre estria e celulite.

sábado, 13 de outubro de 2012

Ditado Navajo.

 
Existe um ditado Navajo antigo que diz: 

Algo vive tanto tempo quanto a última pessoa que se lembre dele. 

A cultura Navajo passou a acreditar na memória e não mais na história. 

A memória, como o fogo, é radiante e imutável, enquanto a história, serve somente àqueles que procuram controlá-la, que conseguem apagar a chama da memória para extinguir o fogo perigoso da verdade.

Cuidado com esses homens pois eles são perigosos e ignorantes. 

Sua falsa história foi escrita com o sangue daqueles que podem lembrar e daqueles que procuram a verdade. 

Aprendi...

05 Anos Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. 

06 Anos Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite. 

08 Anos Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. 

09 Anos Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. 

11 Anos Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. 

12 Anos Aprendi que, se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa. 

13 Anos Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. 

14 Anos Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada. 

15 Anos Aprendi que o vestibular não é um monstro distante que só existe no segundo grau, pois já estou no segundo grau. 

16 Anos Aprendi o valor do primeiro beijo, dá limpeza do rosto com sabonete contra espinhas e da musculação 

17 Anos Aprendi que o exército existe e o alistamento militar é uma merrrrrrrda 

18 Anos Aprendi que mesmo tendo carteira de motorista não posso dirigir o carro da família quando quero e com meu título de eleitor sou obrigado a votar e exercer o meu "direito" a democracia. (Que raios de democracia é esta que sou obrigado a votar?!) mesmo quando não quero. 

19 Anos Aprendi que a Universidade é um sonho ou pesadelo. Explico Melhor: Ela é sonho quando ainda não passei, é um pesadelo quando já estou lá! 

20 Anos Aprendi que ter o dobro da idade dos 10 anos não me deu o dobro da astúcia ou da inteligência. 

25 Anos Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. 

29 Anos Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. 

35 Anos Aprendi que quando minha mulher e eu temos finalmente uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas. 

37 Anos Aprendi que casais que não têm filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. 

40 Anos Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles. 

42 Anos Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem motivo algum. 

43 Anos Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. 

45 Anos Aprendi que a época que preciso realmente de férias, é justamente quando acabei de voltar delas. 

46 Anos Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. 

47 Anos Aprendi que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles. 

48 Anos Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo. 

49 Anos Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão. 

51 Anos Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. 

52 Anos Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. 

57 Anos Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. 

63 Anos Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar prá lá. 

64 Anos Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupei nunca acontecem. 

66 Anos Aprendi que todas as pessoas que dizem que dinheiro não é tudo, geralmente têm muito. 

67 Anos Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. 

72 Anos Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. 

88 Anos Aprendi que amei menos do que deveria. 

90 Anos Aprendi que tenho muito a aprender.



....

Não sei quem é o autor.