quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Seu coração.


Fale.

No mundo dos sonhos.




No mundo dos sonhos,
eu sonho com mundos
fantásticos e bisonhos,
vivos e morimbundos.
.
Lembro-me de alguns.
Apaguei muitos outros.
Há mundos incomuns.
Outros são só outros.
.
Mistérios sonhados,
frutos da imaginação.
Gostaria de ter voltado
a sonhar com o coração.
.
Mas sonhos misteriosos
não têm explicações.
E nos deixam ansiosos,
querendo realizações.
.
Sonho com pessoas vivas,
e que até já morreram,
Lembranças vivas
que nunca aconteceram.
.
Imagens reais, confundidas
com um possível amanhã.
Realidades esquecidas
ao abrir os olhos pela manhã
.
JJ



Que bonito que é uma fêmea com apetite.





Fazia tempo que não via uma mulher comer com tanto gosto e determinação.
Todas as fomes, fome de tudo, fome de viver.
Foi agora em Curitiba, no Gato Preto, em um jantar dançante neste lugar ímpar, o melhor da madruga na cidade dos vampiros literários.
A moça devorava uma costela, especialidade da casa, em um cenário que reúne profissionais da noite e amadoras. Ambiente incrível com direito a uma dupla –tecladinho e voz- de músicas românticas e gauchescas.
Como comia gostoso aquela dama. Lambia os beiços às duas da madrugada. K., minha musa existencialista, que o diga. Voltávamos do Wonka, onde apresentei com o Fausto Fawcett mais uma edição do projeto “Trovadores do Miocárdio”.
Aquela comilança da curitibana me faz retornar ao tema do medo das mulheres diante da balança.
Você, amigo, sai com a pequena, e ela só belisca, qual um passarinho, uns saudáveis farelos ou engole umas folhinhas sem graça.
Que desgosto.
Você caprichou na escolha do restaurante, acordou com água na boca por um prato que só você sabe onde encontrá-lo, quer fazer uma presença, fazer bonito com a cria da sua costela.
Que desgosto, a gazela mira o ambiente com “nojinho”, de tão fresca. Uma estraga-prazeres, eclipse de um belo sabadão ensolarado.
Ah, nada mais bonito do que uma mulher que come bem, com gosto, paladar nas alturas, lindamente derramada sobre um prato de comida, comida com sustança.
Os olhinhos brilham, a prosa desliza entre a língua, os dentes, sonhos, o céu da boca. Ela toma uma caipirinha, a gente desce mais uma, sábado à tarde, nossa doce vida, nossos planos, mesmo na velha medida do possível.
Pior é que não é mais tão fácil assim encontrar esse tipo de criatura. Como ficou chato esse mundo em que a maioria das mulheres não come mais com gosto, talher firme entre os dedos finos, mãos feitas sob medida para um banquete nada platônico.
Época chata essa. As mulheres não comem mais, ou, no mínimo, dão um trabalho desgraçado para engolir, na nossa companhia, alguma folhinha pálida de alface. E haja saladinha sem gosto, e dá-lhe rúcula!
A gente não sabe mais o que vem a ser o prazer de observar a amada degustando, quase de forma desesperada, um cozido, uma moqueca, uma feijoada completa, uma galinha à cabidela, massa, um chambaril, um sarapatel, um cuscuz marroquino/nordestino, um cabrito, um ossobuco, um bife à milanesa, um tutu na decência, mocotó, um baião de dois, uma costela no bafo, abafa o caso!
Foi embora aquela felicidade demonstrada por Clark Gable no filme ”Os Desajustados”, quando ele observa, morto de feliz, Marilyn Monroe devorando um prato de operário. E elogia a atitude da moça, loa bem merecida.
Além do prazer de vê-las comendo, pesquisas recentes mostram que as mulheres com taxas baixíssimas de colesterol costumam ser mais nervosas, dão mais trabalho em casa ou na rua, barraco à vista, intermináveis discussões de relação…
Nada mais oportuno para convencê-las a voltar a comer, reiniciá-las nesse crime perfeito.
Moças de todas as geografias afetivas e gastronômicas, aos acarajés, às fogazzas, aos pastéis, aos cabritos assados e cozidos, ao  sanduíche de mortadela, à dobradinha à moda do Porto, ao lombo -de lamber os lábios!-, ao churrasco de domingo para orgulho do cunhado que capricha na carne e sabe a arte de gelar uma cerva. E aquela fava, meu Deus, com charque, enquanto derrete a manteiga de garrafa, último tango do agreste.
O importante é reabrir o apetite das moças, pois, repito, senhoras e senhores, o velhíssimo mantra: homem que é homem não sabe sequer -nem procura saber- a diferença entre estria e celulite.

sábado, 13 de outubro de 2012

Ditado Navajo.

 
Existe um ditado Navajo antigo que diz: 

Algo vive tanto tempo quanto a última pessoa que se lembre dele. 

A cultura Navajo passou a acreditar na memória e não mais na história. 

A memória, como o fogo, é radiante e imutável, enquanto a história, serve somente àqueles que procuram controlá-la, que conseguem apagar a chama da memória para extinguir o fogo perigoso da verdade.

Cuidado com esses homens pois eles são perigosos e ignorantes. 

Sua falsa história foi escrita com o sangue daqueles que podem lembrar e daqueles que procuram a verdade. 

Aprendi...

05 Anos Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. 

06 Anos Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite. 

08 Anos Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. 

09 Anos Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. 

11 Anos Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. 

12 Anos Aprendi que, se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa. 

13 Anos Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. 

14 Anos Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada. 

15 Anos Aprendi que o vestibular não é um monstro distante que só existe no segundo grau, pois já estou no segundo grau. 

16 Anos Aprendi o valor do primeiro beijo, dá limpeza do rosto com sabonete contra espinhas e da musculação 

17 Anos Aprendi que o exército existe e o alistamento militar é uma merrrrrrrda 

18 Anos Aprendi que mesmo tendo carteira de motorista não posso dirigir o carro da família quando quero e com meu título de eleitor sou obrigado a votar e exercer o meu "direito" a democracia. (Que raios de democracia é esta que sou obrigado a votar?!) mesmo quando não quero. 

19 Anos Aprendi que a Universidade é um sonho ou pesadelo. Explico Melhor: Ela é sonho quando ainda não passei, é um pesadelo quando já estou lá! 

20 Anos Aprendi que ter o dobro da idade dos 10 anos não me deu o dobro da astúcia ou da inteligência. 

25 Anos Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. 

29 Anos Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. 

35 Anos Aprendi que quando minha mulher e eu temos finalmente uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas. 

37 Anos Aprendi que casais que não têm filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. 

40 Anos Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles. 

42 Anos Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem motivo algum. 

43 Anos Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. 

45 Anos Aprendi que a época que preciso realmente de férias, é justamente quando acabei de voltar delas. 

46 Anos Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. 

47 Anos Aprendi que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles. 

48 Anos Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo. 

49 Anos Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão. 

51 Anos Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. 

52 Anos Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. 

57 Anos Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. 

63 Anos Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar prá lá. 

64 Anos Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupei nunca acontecem. 

66 Anos Aprendi que todas as pessoas que dizem que dinheiro não é tudo, geralmente têm muito. 

67 Anos Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. 

72 Anos Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. 

88 Anos Aprendi que amei menos do que deveria. 

90 Anos Aprendi que tenho muito a aprender.



....

Não sei quem é o autor.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Ideias. De onde elas vêm?

Baco


Receita ilustrada


Conselhos?


5 conselhos errados das revistas femininas


Regras infalíveis para conquistar o homem dos sonhos e fazer a relação durar são um clássico da filosofia de boteco feminina. Boa parte delas a ciência desmente – e dá pistas sobre o que realmente funciona
1 – Você precisa bancar a indiferente
Vários conselhos giram em torno deste tema: “não atenda todas as ligações para não parecer tão disponível, invente uma desculpa para não ir para cama com ele na primeira noite, não exagere nos cuidados e no afeto ou ele vai se espantar e fugir”. Bobagem, meros joguinhos. O que parece mesmo fazer o affair deslanchar é achar alguém com as mesmas intenções que você: relacionamentos duram quando as duas pessoas têm níveis de comprometimento parecido, segundo um levantamento de um time de pesquisadores da Universidade de Minnesota. Eles analisaram os perfis e vídeos de 78 casais discutindo para tentar resolver o problema que mais lhes incomodava. Os vídeos foram vistos e analisados conforme as manifestações de hostilidade – expressões de frieza e rejeição, por exemplo – e desesperança de cada um. Também foi avaliado como os parceiros tentavam acalmar um ao outro. Resultado: os casais com diferença de comprometimento foram os que demonstraram mais hostilidade e tendência ao rompimento. Quando os dois eram superempenhados ou superdesencanados, a tendência era ficar tudo bem. A reciprocidade é o que vale: se o outro dá sinais de estar na sua, é atencioso, te liga etc., não faz sentido querer bancar a indiferente pra fazer charminho. O tiro pode sair pela culatra.
2 – Ele anda apático? Prepare um jantar romântico
Nada disso. Esquentar um relacionamento que anda meio morno – como dizem as revistas femininas – exige maior quebra de expectativa. Melhor levá-lo para andar de montanha-russa. Um estudo publicado por Arthur Aron, pesquisador da Universidade de Stony Brook, em Nova York, expôs casais desanimados a experiências novas e excitantes, como ver filmes de terror, e notou melhora na qualidade de vida da dupla. A conclusão é que nessas situações ocorre um aumento de neurotransmissores como dopamina, adrenalina e norepinefrina – também produzidas quando você se apaixona -, o que faz lembrar o começo do namoro. O problema do jantar romântico é que pode ser rotineiro demais, portanto, com menor capacidade de liberar as mesmas substâncias.
 3 - Nunca deixe ele perceber que o jogo está ganho
Outra receita clássica é de que os joguinhos de sedução no início da relação devem se manter no longo prazo – seria importante não abrir a guarda totalmente, deixar o parceiro sempre com alguma dúvida sobre os seus sentimentos e sua entrega. Muita gente persegue essa máxima ao longo de toda a vida a dois. Pois bem. Cientistas da Universidade do País Basco que estudaram esse comportamento chamam essas pessoas de “inseguros esquivos”, do tipo que não se envolve demais porque, no fundo, acredita que é melhor “não ter” do que ter e perder. É aquele preocupado em estar sempre por cima. O outro tipo de inseguro são os ansiosos, que fazem o oposto: forçam a intimidade e cuidam compulsivamente do parceiro. São justamente aqueles que costumam dar aos amigos a impressão de estar por baixo na relação e ouvem esses conselhos de que “você se entrega demais, faz tudo pra ele, seja menos dedicada” ou o radical “homem gosta mesmo é de ser pisado”.
Essa classificação de inseguros esquivos, inseguros ansiosos e seguros foi usada por Javier Gomez Zapiain, líder do estudo basco, ao avaliar os modelos afetivos dos 211 casais voluntários da pesquisa, para investigar a relação entre o sexo, a afetividade e as demonstrações desse afeto. As pessoas eram avaliadas e separadas nesses 3 grupos e respondiam a questionários. Conclusão? Quem, na média, demonstrou mais satisfação sexual e mais felicidade na vida a dois foram os de perfil seguro. Eles são os que sabem trocar de papel conforme o momento da relação e de cada um. Segundo os pesquisadores, são pessoas que conseguem se colocar em posição de dependência e reconhecer quando precisam de suporte, além de se expressar quando estão passando por momentos de ansiedade, e ao mesmo tempo lidar com a carência do outro, entender quando o parceiro está se sentindo mal e precisa de atenção. Rebatendo o conselho: demonstrar que você está carente e precisa muito da pessoa não necessariamente vai causar desinteresse no outro. Abrir a guarda faz parte, além de dar o sinal verde para que o outro também possa se mostrar fragilizado quando for o caso.
4 – Não vá para a cama no primeiro encontro
“Resista à tentação ou ele vai pular fora na manhã seguinte”, é o que martelam na cabeça das mulheres. Mas será que a estratégia surte algum efeito? Uma análise de 2010 da Universidade de Iowa considerou um estudo com 642 adultos heterossexuais de Chicago, que responderam sobre a qualidade do seu relacionamento e o tempo que demoraram para fazer sexo. Casais que liberaram geral na primeira noite não disseram estar menos felizes do que os que esperaram. “É possível que o amor verdadeiro surja quando as coisas começam com uma abordagem mais direta, quando as pessoas flertam, se envolvem sexualmente e depois constroem a relação”, diz Anthony Paik, o sociólogo responsável pela análise. Vai nessa linha a pesquisa feita pelo site Match.com com mais de 5 mil pessoas solteiras – e consultoria da antropóloga Helen Fisher, da Universidade de Rutgers, nos EUA. Ela mostrou que 35% da amostra já saiu para um encontro casual, fez sexo na primeira noite e manteve um relacionamento longo depois disso. Segundo Barry Gibb, biólogo da University College London e autor do livro The Rough Guide to Brain, é até melhor ir logo para cama e descobrir se vocês são compatíveis. Se forem, vai ser demais e haverá grande liberação de ocitocina e vasopressina, hormônios do desenvolvimento do apego e da confiança. Se não, vocês partem para outra e pronto. Desse ponto de vista, as duronas estariam apenas perdendo tempo.
5 – Se ele está mesmo apaixonado, vai se lembrar das datas especiais
Parece ser realmente legal quando um cara presenteia a mulher com um buquê de flores para celebrar a data da primeira vez que eles dividiram juntos um chiclete. Afinal, gestos valem mais do que palavras, certo? Talvez não. Em um estudo publicado em 2010, as psicólogas Lara Kammrath e Johanna Peetz, das universidades de Wilfrid Laurier, no Canadá, e de Colônia, na Alemanha, afirmam que os sentimentos amorosos podem levar a alguns comportamentos românticos, mas não a outros. Atitudes mais espontâneas, como dizer “eu te amo” e oferecer uma massagem relaxante quando a companheira chega em casa cansada, estão mais associadas à paixão do que a ações que dependem de uma memória de longo prazo e de planejamento, tipo se lembrar de datas especiais, organizar uma serenata ou não esquecer de tirar o lixo (caso isso seja uma prova de amor para você, como foi para algumas das garotas do estudo). Seria o atestado de razão para aqueles que desconfiam que aquele amigo que costuma fazer surpresas cinematográficas para todas as namoradas, na real, faz isso mais porque gosta de um espetáculo do que movido por uma paixão avassaladora, maior que a dos outros.
Quem fez a lista foi a Super Interessante

Não permita, mesmo.


...





"Imaginar é o princípio da criação. 


Nós imaginamos o que desejamos, 


queremos o que imaginamos e, 


finalmente, criamos aquilo que queremos." 





 Bernard Shaw

domingo, 7 de outubro de 2012

O cheiro da noite.



O cheiro da noite
Pairando no ar.

Odores e amores,

Música...magia,
Desejo no olhar.

Sinto o açoite
do vento no ar.
Calores e ardores,
Paixão e fantasia,
Desejo de amar.

Imagino a noite.
Perfeita pra te amar
Com todos os amores
Que você imaginaria
Neste corpo a arrepiar.

Nesta nova noite
Sem nunca terminar,
Sumiram os pudores.
Reina o prazer e a  alegria
Na festa do se apaixonar.

Mas...Desperto da noite
Que parecia infindar.
Foram-se os amores...
Acordo da boemia
Sem sonhos, lá no fundo do bar.

Lá se vai mais uma noite
Que vivi sem te amar
Amor sem amores
Maldita fantasia
Embriagado, vejo pessoas a bailar.

Triste noite,
Apenas mais uma a passar
Armargurando minhas dores
Deixando perdida a alegria
De como eu estava a te desejar.


Provérbio do Congo

Boas dicas...

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Teu tempo é limitado.


"O teu tempo é limitado, por isso não o desperdices a viver a vida de outra pessoa. Não te deixes armadilhar pelos dogmas - que é a mesma coisa que viver pelos resultados do que outras pessoas pensaram. Não deixes que o ruído das opiniões dos outros saia da tua própria voz interior. E, mais importante ainda, tem a coragem de seguir o teu coração e a tua intuição. Estes já sabem, de alguma forma, aquilo em que tu verdadeiramente te vais tornar. Tudo o resto é secundário."

Steve Jobs
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