sábado, 21 de julho de 2012

10 atos positivos


Faça tudo.




FAÇA TUDO COM AMOR.


...ATÉ AMOR.


JJ

Nossas digitais

Feel all right

Pense nisso.




Um bom conselho



Quando nada vai direito...
vá para a esquerda.

Amigos


Sonho

Amigos para sempre...

Amigos


Sol e chuva.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Decisões.

Tenho, nas minhas mãos, dois caminhos, duas decisões, mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir, entre rir ou chorar, ir ou ficar, entre desistir ou lutar. Se o mar está revolto, posso ficar na praia ou sair para pescar e, talvez, nunca mais voltar. Tenho, nas minhas mãos, o bem e o mal, e entre eles, poucos pensamentos, um diz para fazer sem culpa, o outro pensa, reflete e pede para esperar. Enquanto o mundo se perde em erros, posso me manter sereno, sem medo porque tenho a chave da minha vida nas minhas mãos. Então, hoje, me sinto mais forte, pois atravessei o deserto da alma, amei quem não me amou e deixei de lado quem muito me amava. Atravessei caminhos nem sempre floridos, que deixaram marcas profundas em mim, mas amei e fui amado... Por isso tenho em minhas mãos, bem mais que a vida, tenho a dúvida e a certeza, a esperança e o medo, o desejo e a apatia, o trabalho e a preguiça. E me dou o direito de errar sem me cobrar, e acertar sem me gabar, porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é decidir. E decidi, de uma vez por todas, ser feliz e esse caminho não tem volta...

Paulo Roberto Gaefke

Não é fraco quem chora.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

O colar de turquesas...

Foto: O colar de turquezas azuis

O homem por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída enquanto uma garotinha se aproximava da loja. Ela amassou o narizinho contra o vidro da vitrina. Os seus olhos da cor do céu brilharam quando viu determinado objeto. Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis:

- “É para minha irmã. Você pode fazer um pacote bem bonito?”

O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: 

- “Quanto dinheiro você tem?”

Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e, feliz, disse: 

- “Isto dá, não dá?” Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa. - “Sabe”, continuou, “eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. Hoje é aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos olhos dela.”

O homem foi para o interior da loja. Colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.

- “Tome!” disse para a garota. “Leve com cuidado.”

Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo. Ainda não acabara o dia, quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:

- “Este colar foi comprado aqui?”

- “Sim senhora.”

- “E quanto custou?”

- “Ah!” falou o dono da loja “o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês.”

- “Mas minha irmã somente tinha algumas moedas. E esse colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagar por ele.”

O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem: 

- “Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo que tinha!”

O silêncio encheu a pequena loja, e lágrimas rolaram pela face da jovem, enquanto suas mãos tomavam o embrulho. Ela retornava ao lar emocionada…

A verdadeira doação é dar-se por inteiro sem restrições. O maior amor que alguém pode ter é dar a própria vida por quem ama...



O homem por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída enquanto uma garotinha se aproximava da loja. Ela amassou o narizinho contra o vidro da vitrina. Os seus olhos da cor do céu brilharam quando viu determinado objeto. Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis:

- “É para minha irmã. Você pode fazer um pacote bem bonito?”

O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:

- “Quanto dinheiro você tem?”

Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e, feliz, disse:

- “Isto dá, não dá?” Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa. - “Sabe”, continuou, “eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. Hoje é aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos olhos dela.”

O homem foi para o interior da loja. Colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.

- “Tome!” disse para a garota. “Leve com cuidado.”

Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo. Ainda não acabara o dia, quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:

- “Este colar foi comprado aqui?”

- “Sim senhora.”

- “E quanto custou?”

- “Ah!” falou o dono da loja “o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês.”

- “Mas minha irmã somente tinha algumas moedas. E esse colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagar por ele.”

O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem:

- “Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo que tinha!”

O silêncio encheu a pequena loja, e lágrimas rolaram pela face da jovem, enquanto suas mãos tomavam o embrulho. Ela retornava ao lar emocionada…

A verdadeira doação é dar-se por inteiro sem restrições. O maior amor que alguém pode ter é dar a própria vida por quem ama...

As coisas que amo...



Quem fica?





O destino decide quem vamos encontrar 


na vida. As atitudes decidem quem fica.

Ninguém pode tirar de você

Caminhos.


domingo, 15 de julho de 2012

Pensando igual.


Provocação para diabético.


As pessoas não morrem



‎"O mundo é mágico. 


As pessoas não morrem.


Ficam encantadas."








Guimarães Rosa

Personalidade da Adele.

Gosto de gente assim.


Afinidade

Foto: "O destino decide quem vamos encontrar na vida…as atitudes decidem quem fica …” 



A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil,
delicado e penetrante dos sentimentos.
O mais independente.

Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos,
as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.

É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo sobre o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.

Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois
que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples
e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.

Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos
fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavra.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.

Afinidade é sentir com.
Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.

Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar.
Ou quando é falar, jamais explicar, apenas afirmar.

Afinidade é jamais sentir por.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.

Só entra em relação rica e saudável com o outro,
quem aceita para poder questionar.
Não sei se sou claro: quem aceita para poder questionar,
não nega ao outro a possibilidade de ser o que é, como é, da maneira que é.
E, aceitando-o, aí sim, pode questionar, até duramente, se for o caso.
Isso é afinidade.
Mas o habitual é vermos alguém questionar porque não aceita
o outro como ele é. Por isso, aliás, questiona.
Questionamento de afins, eis a (in)fluência.
Questionamento de não afins, eis a guerra.

A afinidade não precisa do amor. Pode existir com ou sem ele.
Independente dele. A quilômetros de distância.
Na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar.
Há afinidade por pessoas a quem apenas vemos passar,
por vizinhos com quem nunca falamos e de quem nada sabemos.
Há afinidade com pessoas de outros continentes a quem nunca vemos,
veremos ou falaremos.

Quem pode afirmar que, durante o sono, fluidos nossos não saem
para buscar sintomas com pessoas distantes,
com amigos a quem não vemos, com amores latentes,
com irmãos do não vivido?

A afinidade é singular, discreta e independente,
porque não precisa do tempo para existir.
Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu
o vínculo da afinidade!
No dia em que a vir de novo, você vai prosseguir a relação
exatamente do ponto em que parou.
Afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas
nem pelas pessoas que as tem.

Por prescindir do tempo e ser a ele superior,
a afinidade vence a morte, porque cada um de nós traz afinidades
ancestrais com a experiência da espécie no inconsciente.
Ela se prolonga nas células dos que nascem de nós,
para encontrar sintonias futuras nas quais estaremos presentes.
Sensível é a afinidade.
É exigente, apenas de que as pessoas evoluam parecido.
Que a erosão, amadurecimento ou aperfeiçoamento sejam do mesmo grau,
porque o que define a afinidade é a sua existência também depois.

Aquele ou aquela de quem você foi tão amigo ou amado, e anos depois
encontra com saudade ou alegria, mas percebe que não vai conseguir
restituir o clima afetivo de antes,
é alguém com quem a afinidade foi temporária.
E afinidade real não é temporária. É supratemporal.
Nada mais doloroso que contemplar afinidade morta,
ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidade.
A pessoa mudou, transformou-se por outros meios.
A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas,
plantios de resultado diverso.

Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças,
é conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas,
quantos das impossibilidades vividas.

Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou,
sem lamentar o tempo da separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida,
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais,
a expressão do outro sob a forma ampliada e
refletida do eu individual aprimorado.

Arthur da Távola

.

Copiei do Face da Renata.
JJ

O mais importante e bonito...


‎"O mais importante e bonito do mundo é isto: 


que as pessoas não estão sempre iguais, 


mas que elas vão sempre mudando."



Guimarães Rosa

Seja humilde.

Somos assim.


Tente.

Nossa maior fraqueza está em desistir. 

O caminho mais certo para vencer é tentar mais de uma vez.






Thomas Edison

Pinte seu dia, com cores melhores.

Feliz

Chaplin


A professora.


Homens.

Há homens que lutam um dia, e são bons;

Há outros que lutam um ano, e são melhores;

Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;

Porém há os que lutam toda a vida

Estes são os imprescindíveis
.

Bertold Brecht

A destruição do mundo.


Seu cachorro...


O rio, o mar e a vida.


Antes de um rio cair no oceano ele treme, estremece de medo.
Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas, o longo e sinuoso caminho através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência do rio e das pessoas.
Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece.
Porque, apenas então, o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano.
Mas tornar-se oceano,
Por um lado é desaparecimento.
E por outro lado é renascimento.
JJ

Natural


Sol


Quer mesmo?




sábado, 14 de julho de 2012

Busque seu destino.








"Destino não é uma questão de sorte, mas uma questão de escolha.


Não é uma coisa que se espera, mas que se busca.”





William Jennings Bryan