sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pery Ribeiro, adeus






Não, eu não posso lembrar que te amei....
Herivelto Martins, na voz do seu filho Pery Ribeiro, 
que se calou para sempre ontem. 
Caminhemos...talvez nos vejamos depois.

http://www.youtube.com/watch?v=oGO0Ftjz2mI&feature=fvst


Tristeza, por favor vá embora...
http://www.youtube.com/watch?v=9ATJNwTz-LU&feature=related

JJ

Pery Ribeiro, adeus






Não, eu não posso lembrar que te amei....
Herivelto Martins, na voz do seu filho Pery Ribeiro, 
que se calou para sempre ontem. 
Caminhemos...talvez nos vejamos depois.

http://www.youtube.com/watch?v=oGO0Ftjz2mI&feature=fvst

JJ

O que não mata...


Os dois lobos.


Meu Índice de Massa Corporal.



Calculei meu IMC e constatei 


que minha altura está 20 cm 


abaixo da ideal.




...





Falta de amor.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Oração profunda.










Certos momentos são orações. 

Há momentos em que, qualquer que seja 

a posição do corpo, a alma está de joelhos. 


Victor Hugo
.
.

Violência?







‎"A violência é o último refúgio do incompetente".




Isaac Asimov

Violência?







‎"A violência é o último refúgio do incompetente".




Isaac Asimov

Falam de mim.


Falação.

Erros.

Todo mundo comete erros. 


O truque é cometê-los 


quando ninguém está olhando.


....


......

Cruel covardia.


Não deixe...


Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo.

Não deixe de ter alguém ao seu lado por puro medo de ser feliz.


A única falta que você terá será desse tempo, que infelizmente não voltará mais.






Mário Quintana

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Despedidas são inevitáveis.


Viva o hoje.


Andar devagar e aperto de mão sem força, podem revelar riscos de derrame ou de problemas de memória.


A velocidade na qual as pessoas andam e a força do aperto de mão podem indicar as chances de sofrer um derrame ou problemas de memória. De acordo com um estudo que será apresentado em abril, durante o Encontro Anual da Academia Americana de Neurologia, em Nova Orleans, passar a caminhar mais devagar pode significar um risco 1,5 vez maior de desenvolver problemas de memória. Já aqueles que mantêm o passo durante os anos, podem ter 42% menos chances de sofrer um derrame cerebral.
Na pesquisa, Erica Camargo, neurologista do Boston Medical Center, em Boston, e coordenadora do estudo, analisou 2.400 voluntários, entre homens e mulheres, com uma idade média de 62 anos. Nenhum dos participantes tinha tido derrame cerebral ou declínio mental quando o estudo teve início. Foi medida a força do aperto de mão e a velocidade do andar, além da realização de exames de imagem no cérebro e testes de memória.
Durante um período de 11 anos de acompanhamento, 79 pessoas tiveram derrame ou acidente vascular cerebral isquêmico transitório (também conhecido como 'miniderrame') – o déficit neurológico acontece de maneira súbita, mas tem recuperação completa em pelo menos 24 horas. Outros 34 pacientes desenvolveram demência.
Resultados — Notou-se, então, que o risco para problemas de memória era 1,5 vez maior entre aquelas pessoas que passaram a andar mais devagar como passar dos anos. O caminhar mais lento também foi relacionado a um menor volume cerebral e com baixa performance em testes de memória, linguagem e de tomada de decisão.
Pessoas com 65 anos ou mais que tiveram os mais fortes apertos de mão apresentaram 42% menos riscos de um derrame ou de um ataque isquêmico transitório. O mesmo efeito, no entanto, não foi visto em pessoas com menos de 65 anos. O aperto de mão mais forte foi ainda relacionado com um maior volume cerebral.
"Enquanto fragilidade e baixa performance física em idosos foram associados com um aumento nos riscos de demência, não temos certeza do quanto isso chega a impactar pessoas nessa idade", diz Erica. Em termos clínicos, reduções na força do aperto de mão e na velocidade do caminhar podem ser um sinal de que é preciso fazer testes adicionais para verificar a função cerebral.
De acordo com os pesquisadores, é preciso que estudos complementares sejam realizados, para melhorar a compreensão de como acontece a redução na velocidade do caminhar e na força do aperto de mão. 

Fonte: Veja

Que calor!!!


Etiqueta. Sempre é bom saber.

Perdoar é divino, mas...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Defijnindo Quarta-feira de Cinzas

Quarta-feira de Cinzas significa cansaço, ressaca, sono, preguiça, voltar ao trabalho ou, na verdade, iniciar o ano - no Brasil.


JJ

Muita gente faz isso...


Aprenda com as crianças.


O relacionamento e o leite.







PERDÃO!


Querer aprender.

Não julgue...




Quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las.




Madre Teresa de Calcutá

Para os preocupados com a morte.

Para aqueles que se preocupam com a morte,  


o melhor antídoto é fazer planos. 


E buscar executá-los.


....

Para dominar o Ego.

Acordei tão cedo...


Fim?

O que te atrasa?

.


"O que te atrasa não é cometer erros;

mas sim continuar insistindo neles."


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Marilyn Mendes

Do face da minha aluna Marilyn.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Artigo: Me chamem de velha...


Na semana passada, sugeri a uma pessoa próxima que trocasse a palavra “idosas” por “velhas” em um texto. E fui informada de que era impossível, porque as pessoas sobre as quais ela escrevia se recusavam a ser chamadas de “velhas”: só aceitavam ser “idosas”.  Pensei: “roubaram a velhice”.  As palavras escolhidas – e mais ainda as que escapam – dizem muito, como Freud já nos alertou há mais de um século. Se testemunhamos uma epidemia de cirurgias plásticas na tentativa da juventude para sempre (até a morte), é óbvio esperar que a língua seja atingida pela mesma ânsia. Acho que “idoso” é uma palavra “fotoshopada” – ou talvez um lifting completo na palavra “velho”. E saio aqui em defesa do “velho” – a palavra e o ser/estar de um tempo que, se tivermos sorte, chegará para todos.
Desde que a juventude virou não mais uma fase da vida, mas uma vida inteira, temos convivido com essas tentativas de tungar a velhice também no idioma. Vale tudo. Asilo virou casa de repouso, como se isso mudasse o significado do que é estar apartado do mundo. Velhice virou terceira idade e, a pior de todas, “melhor idade”. Tenho anunciado a amigos e familiares que, se alguém me disser, em um futuro não tão distante, que estou na “melhor idade”, vou romper meu pacto pessoal de não violência. O mesmo vale para o primeiro que ousar falar comigo no diminutivo, como se eu tivesse voltado a ser criança. Insuportável.
A velhice é o que é. É o que é para cada um, mas é o que é para todos, também. Ser velho é estar perto da morte. E essa é uma experiência dura, duríssima até, mas também profunda. Negá-la é não só inútil como uma escolha que nos rouba alguma coisa de vital. Semanas atrás, em um programa de TV, o entrevistador me perguntou sobre a morte. E eu disse que queria viver a minha morte. Ele talvez não tenha entendido, porque afirmou: “Você não quer morrer”. E eu insisti na resposta: “Eu quero viver a minha morte”.
Na adolescência, eu acalentava a sincera esperança de que algum vampiro achasse o meu pescoço interessante o suficiente para me garantir a imortalidade. Mas acabei aceitando que vampiros não existem, embora circulem muitos chupadores de sangue por aí. Isso só para dizer que é claro que, se pudesse escolher, eu não morreria. Mas essa é uma obviedade que não nos leva a lugar algum.  Que ninguém quer morrer, todo mundo sabe. Mas negar o inevitável serve apenas para engordar o nosso medo sem que aprendamos nada que valha a pena.


A morte tem sido roubada de nós. E tenho tomado providências para que a minha não seja apartada de mim. A vida é incontrolável e posso morrer de repente. Mas há uma chance razoável de que eu morra numa cama e, nesse caso, tudo o que eu espero da medicina é que amenize a minha dor. Cada um sabe do tamanho de sua tragédia, então esse é apenas o meu querer, sem a pretensão de que a minha escolha seja melhor que a dos outros. Mas eu gostaria de estar consciente, sem dor e sem tubos, porque o morrer será minha última experiência vivida. Acharia frustrante perder esse derradeiro conhecimento sobre a existência humana. Minha última chance de ser curiosa.
Há uma bela expressão que precisamos resgatar, cujo autor não consegui localizar: “A morte não é o contrário da vida. A morte é o contrário do nascimento. A vida não tem contrários”. A vida, portanto, inclui a morte. Por que falo da morte aqui nesse texto? Porque a mesma lógica que nos roubou a morte sequestrou a velhice. A velhice nos lembra da proximidade do fim, portanto acharam por bem eliminá-la. Numa sociedade em que a juventude é não uma fase da vida, mas um valor, envelhecer é perder valor.  Os eufemismos são a expressão dessa desvalorização na linguagem.
Não, eu não sou velho. Sou idoso. Não, eu não moro num asilo. Mas numa casa de repouso. Não, eu não estou na velhice. Faço parte da melhor idade. Tenho muito medo dos eufemismos, porque eles soam bem intencionados. São os bonitinhos mas ordinários da língua.  O que fazem é arrancar o conteúdo das letras que expressam a nossa vida. Justo quando as pessoas têm mais experiências e mais o que dizer, a sociedade tenta confiná-las e esvaziá-las também no idioma.
Chamar de idoso aquele que viveu mais é arrancar seus dentes na linguagem. Velho é uma palavra com caninos afiados – idoso é uma palavra banguela. Velho é letra forte. Idoso é fisicamente débil, palavra que diz de um corpo, não de um espírito. Idoso fala de uma condição efêmera, velho reivindica memória acumulada. Idoso pode ser apenas “ido”, aquele que já foi. Velho é – e está.  Alguém vê um Boris Schnaiderman, uma Fernanda Montenegro e até um Fernando Henrique Cardoso como idosos? Ou um Clint Eastwood? Não. Eles são velhos.
Idoso e palavras afins representam a domesticação da velhice pela língua, a domesticação que já se dá no lugar destinado a eles numa sociedade em que, como disse alguém, “nasce-se adolescente e morre-se adolescente”, mesmo que com 90 anos. Idosos são incômodos porque usam fraldas ou precisam de ajuda para andar. Velhos incomodam com suas ideias, mesmo que usem fraldas e precisem de ajuda para andar. Acredita-se que idosos necessitam de recreacionistas. Acredito que velhos desejam as recreacionistas. Idosos morrem de desistência, velhos morrem porque não desistiram de viver.
Basta evocar a literatura para perceber a diferença. Alguém leria um livro chamado “O idoso e o mar”?  Não. Como idoso o pescador não lutaria com aquele peixe. Imagine então essa obra-prima de Guimarães Rosa, do conto “Fita Verde no Cabelo”, submetida ao termo “idoso”: “Havia uma aldeia em algum lugar, nem maior nem menor, com velhos e velhas que velhavam...”.
Velho é uma conquista. Idoso é uma rendição.
Como em 2012 passei a estar mais perto dos 50 do que dos 40, já começo a ouvir sobre mim mesma um outro tipo de bobagem.  O tal do “espírito jovem”. Envelhecer não é fácil. Longe disso. Ainda estou me acostumando a ser chamada de senhora sem olhar para os lados para descobrir com quem estão falando.  Mas se existe algo bom em envelhecer, como já disse em uma coluna anterior, é o “espírito velho”. Esse é grande.
Vem com toda a trajetória e é cumulativo. Sei muito mais do que sabia antes, o que significa que sei muito menos do que achava que sabia aos 20 e aos 30. Sou consciente de que tudo – fama ou fracasso – é efêmero. Me apavoro bem menos. Não embarco em qualquer papinho mole. Me estatelei de cara no chão um número de vezes suficiente para saber que acabo me levantando. Tento conviver bem com as minhas marcas. Conheço cada vez mais os meus limites e tenho me batido para aceitá-los. Continua doendo bastante, mas consigo lidar melhor com as minhas perdas. Troco com mais frequência o drama pelo humor nos comezinhos do cotidiano. Mantenho as memórias que me importam e jogo os entulhos fora. Torço para que as pessoas que amo envelheçam porque elas ficam menos vaidosas e mais divertidas. E espero que tenha tempo para envelhecer muito mais o meu espírito, porque ainda sofro à toa e tenho umas cracas grudadas à minha alma das quais preciso me livrar porque não me pertencem. Espero chegar aos 80 mais interessante, intensa e engraçada do que sou hoje.
Envelhecer o espírito é engrandecê-lo. Alargá-lo com experiências. Apalpar o tamanho cada vez maior do que não sabemos. Só somos sábios na juventude. Como disse Oscar Wilde, “não sou jovem o suficiente para saber tudo”. Na velhice havemos de ser ignorantes, fascinados pelas dimensões cada vez mais superlativas do que desconhecemos e queremos buscar.  É essa a conquista. Espírito jovem? Nem tentem.
Acho que devíamos nos rebelar. E não permitir que nos roubem nem a velhice nem a morte, não deixar que nos reduzam a palavras bobas, à cosmética da linguagem. Nem consentir que calem o que temos a dizer e a viver nessa fase da vida que, se não chegou, ainda chegará. Pode parecer uma besteira, mas eu cometo minha pequena subversão jamais escrevendo a palavra “idoso”, “terceira idade” e afins. Exceto, claro, se for para arrancar seus laços de fita e revelar sua indigência.
Quando chegar a minha hora, por favor, me chamem de velha. Me sentirei honrada com o reconhecimento da minha força. Sei que estou envelhecendo, testemunho essa passagem no meu corpo e, para o futuro, espero contar com um espírito cada vez mais velho para ter a coragem de encerrar minha travessia com a graça de um espanto.

Eliane Brum, jornalista, escritora e documentarista (Foto: ÉPOCA)
ELIANE BRUM
Em Época Online.

A poesia dos sentidos





"O amor é a poesia dos sentidos. 


Ou é sublime, ou não existe. 


Quando existe, existe para sempre 


e vai crescendo dia a dia."




Honoré de Balzac




....

Vontade...


Aos vegetarianos

Se vegetarianos amam tanto assim os animais, 

por que eles comem toda comida dos pobrezinhos?

......

domingo, 19 de fevereiro de 2012

:::::::


Pense



Bate na alma a vida que não veio. 


Mas sai da alma que vida que virá.

Só vale a pena...


Tomes estes cuidados


Borboletas ao vento.


Alegria x Tristeza


Audácia.









Nada existe de audacioso 




sem a desobediência às regras.






 

Jean Cocteau



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Alegria, alegria


O MAIOR LÍDER.

Conheça os teus amigos.

Diferença, grande diferença.

“Grandes mentes discutem ideias; 
mentes medianas discutem acontecimentos;
 mentes pequenas discutem pessoas”




 Eleanor Roosevelt

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Marchinhas eternas.

Marlene
http://www.youtube.com/watch?v=qza2GIwp7jg

Bons Carnavais

Noel Rosa

Com que roupa...
http://www.youtube.com/watch?v=OVgqL_Z1SL8&feature=related

Gago apaixonado
http://www.youtube.com/watch?v=u9gIhMDT4os&feature=related

A deusa da minha rua.

http://www.youtube.com/watch?v=L0YTFw9VjRk&feature=related

Sílvio Caldas. Imortal.

Leva eu...minha saudade...


http://www.youtube.com/watch?v=SXSIyCdtEkU&feature=share


Nilo Amaro e seus Cantores de Ébano  (anos 60).

Corrupção.

Velhos ditados, bem atualizados

Velhos ditados atualizados:
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1. A pressa é inimiga da conexão.

2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. A arquivo dado não se olha o formato.
4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.
5. Para bom provedor uma senha basta.
6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
8. Hacker que ladra não morde.
9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
10. Mouse sujo se limpa em casa.
11. Melhor prevenir do que formatar.
12. Quando um não quer, dois não teclam.
13. Quem clica seus males multiplica.
14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...
16. Quem não tem banda larga caça com discada.
17. Quem semeia e-mails colhe spams.
18. Quem tem dedo vai a Roma.com
19. Vão-se os arquivos, ficam os backups.
20. Diga-me que computador tens e direi quem és.
21. Uma impressora perguntou à outra: - Essa folha é sua ou é impressão minha?
22. Aluno de informática não cola, faz back-up.
23. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.
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Do amigo Sérgio, no Face.