terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

PERDÃO!


Querer aprender.

Não julgue...




Quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las.




Madre Teresa de Calcutá

Para os preocupados com a morte.

Para aqueles que se preocupam com a morte,  


o melhor antídoto é fazer planos. 


E buscar executá-los.


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Para dominar o Ego.

Acordei tão cedo...


Fim?

O que te atrasa?

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"O que te atrasa não é cometer erros;

mas sim continuar insistindo neles."


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Marilyn Mendes

Do face da minha aluna Marilyn.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Artigo: Me chamem de velha...


Na semana passada, sugeri a uma pessoa próxima que trocasse a palavra “idosas” por “velhas” em um texto. E fui informada de que era impossível, porque as pessoas sobre as quais ela escrevia se recusavam a ser chamadas de “velhas”: só aceitavam ser “idosas”.  Pensei: “roubaram a velhice”.  As palavras escolhidas – e mais ainda as que escapam – dizem muito, como Freud já nos alertou há mais de um século. Se testemunhamos uma epidemia de cirurgias plásticas na tentativa da juventude para sempre (até a morte), é óbvio esperar que a língua seja atingida pela mesma ânsia. Acho que “idoso” é uma palavra “fotoshopada” – ou talvez um lifting completo na palavra “velho”. E saio aqui em defesa do “velho” – a palavra e o ser/estar de um tempo que, se tivermos sorte, chegará para todos.
Desde que a juventude virou não mais uma fase da vida, mas uma vida inteira, temos convivido com essas tentativas de tungar a velhice também no idioma. Vale tudo. Asilo virou casa de repouso, como se isso mudasse o significado do que é estar apartado do mundo. Velhice virou terceira idade e, a pior de todas, “melhor idade”. Tenho anunciado a amigos e familiares que, se alguém me disser, em um futuro não tão distante, que estou na “melhor idade”, vou romper meu pacto pessoal de não violência. O mesmo vale para o primeiro que ousar falar comigo no diminutivo, como se eu tivesse voltado a ser criança. Insuportável.
A velhice é o que é. É o que é para cada um, mas é o que é para todos, também. Ser velho é estar perto da morte. E essa é uma experiência dura, duríssima até, mas também profunda. Negá-la é não só inútil como uma escolha que nos rouba alguma coisa de vital. Semanas atrás, em um programa de TV, o entrevistador me perguntou sobre a morte. E eu disse que queria viver a minha morte. Ele talvez não tenha entendido, porque afirmou: “Você não quer morrer”. E eu insisti na resposta: “Eu quero viver a minha morte”.
Na adolescência, eu acalentava a sincera esperança de que algum vampiro achasse o meu pescoço interessante o suficiente para me garantir a imortalidade. Mas acabei aceitando que vampiros não existem, embora circulem muitos chupadores de sangue por aí. Isso só para dizer que é claro que, se pudesse escolher, eu não morreria. Mas essa é uma obviedade que não nos leva a lugar algum.  Que ninguém quer morrer, todo mundo sabe. Mas negar o inevitável serve apenas para engordar o nosso medo sem que aprendamos nada que valha a pena.


A morte tem sido roubada de nós. E tenho tomado providências para que a minha não seja apartada de mim. A vida é incontrolável e posso morrer de repente. Mas há uma chance razoável de que eu morra numa cama e, nesse caso, tudo o que eu espero da medicina é que amenize a minha dor. Cada um sabe do tamanho de sua tragédia, então esse é apenas o meu querer, sem a pretensão de que a minha escolha seja melhor que a dos outros. Mas eu gostaria de estar consciente, sem dor e sem tubos, porque o morrer será minha última experiência vivida. Acharia frustrante perder esse derradeiro conhecimento sobre a existência humana. Minha última chance de ser curiosa.
Há uma bela expressão que precisamos resgatar, cujo autor não consegui localizar: “A morte não é o contrário da vida. A morte é o contrário do nascimento. A vida não tem contrários”. A vida, portanto, inclui a morte. Por que falo da morte aqui nesse texto? Porque a mesma lógica que nos roubou a morte sequestrou a velhice. A velhice nos lembra da proximidade do fim, portanto acharam por bem eliminá-la. Numa sociedade em que a juventude é não uma fase da vida, mas um valor, envelhecer é perder valor.  Os eufemismos são a expressão dessa desvalorização na linguagem.
Não, eu não sou velho. Sou idoso. Não, eu não moro num asilo. Mas numa casa de repouso. Não, eu não estou na velhice. Faço parte da melhor idade. Tenho muito medo dos eufemismos, porque eles soam bem intencionados. São os bonitinhos mas ordinários da língua.  O que fazem é arrancar o conteúdo das letras que expressam a nossa vida. Justo quando as pessoas têm mais experiências e mais o que dizer, a sociedade tenta confiná-las e esvaziá-las também no idioma.
Chamar de idoso aquele que viveu mais é arrancar seus dentes na linguagem. Velho é uma palavra com caninos afiados – idoso é uma palavra banguela. Velho é letra forte. Idoso é fisicamente débil, palavra que diz de um corpo, não de um espírito. Idoso fala de uma condição efêmera, velho reivindica memória acumulada. Idoso pode ser apenas “ido”, aquele que já foi. Velho é – e está.  Alguém vê um Boris Schnaiderman, uma Fernanda Montenegro e até um Fernando Henrique Cardoso como idosos? Ou um Clint Eastwood? Não. Eles são velhos.
Idoso e palavras afins representam a domesticação da velhice pela língua, a domesticação que já se dá no lugar destinado a eles numa sociedade em que, como disse alguém, “nasce-se adolescente e morre-se adolescente”, mesmo que com 90 anos. Idosos são incômodos porque usam fraldas ou precisam de ajuda para andar. Velhos incomodam com suas ideias, mesmo que usem fraldas e precisem de ajuda para andar. Acredita-se que idosos necessitam de recreacionistas. Acredito que velhos desejam as recreacionistas. Idosos morrem de desistência, velhos morrem porque não desistiram de viver.
Basta evocar a literatura para perceber a diferença. Alguém leria um livro chamado “O idoso e o mar”?  Não. Como idoso o pescador não lutaria com aquele peixe. Imagine então essa obra-prima de Guimarães Rosa, do conto “Fita Verde no Cabelo”, submetida ao termo “idoso”: “Havia uma aldeia em algum lugar, nem maior nem menor, com velhos e velhas que velhavam...”.
Velho é uma conquista. Idoso é uma rendição.
Como em 2012 passei a estar mais perto dos 50 do que dos 40, já começo a ouvir sobre mim mesma um outro tipo de bobagem.  O tal do “espírito jovem”. Envelhecer não é fácil. Longe disso. Ainda estou me acostumando a ser chamada de senhora sem olhar para os lados para descobrir com quem estão falando.  Mas se existe algo bom em envelhecer, como já disse em uma coluna anterior, é o “espírito velho”. Esse é grande.
Vem com toda a trajetória e é cumulativo. Sei muito mais do que sabia antes, o que significa que sei muito menos do que achava que sabia aos 20 e aos 30. Sou consciente de que tudo – fama ou fracasso – é efêmero. Me apavoro bem menos. Não embarco em qualquer papinho mole. Me estatelei de cara no chão um número de vezes suficiente para saber que acabo me levantando. Tento conviver bem com as minhas marcas. Conheço cada vez mais os meus limites e tenho me batido para aceitá-los. Continua doendo bastante, mas consigo lidar melhor com as minhas perdas. Troco com mais frequência o drama pelo humor nos comezinhos do cotidiano. Mantenho as memórias que me importam e jogo os entulhos fora. Torço para que as pessoas que amo envelheçam porque elas ficam menos vaidosas e mais divertidas. E espero que tenha tempo para envelhecer muito mais o meu espírito, porque ainda sofro à toa e tenho umas cracas grudadas à minha alma das quais preciso me livrar porque não me pertencem. Espero chegar aos 80 mais interessante, intensa e engraçada do que sou hoje.
Envelhecer o espírito é engrandecê-lo. Alargá-lo com experiências. Apalpar o tamanho cada vez maior do que não sabemos. Só somos sábios na juventude. Como disse Oscar Wilde, “não sou jovem o suficiente para saber tudo”. Na velhice havemos de ser ignorantes, fascinados pelas dimensões cada vez mais superlativas do que desconhecemos e queremos buscar.  É essa a conquista. Espírito jovem? Nem tentem.
Acho que devíamos nos rebelar. E não permitir que nos roubem nem a velhice nem a morte, não deixar que nos reduzam a palavras bobas, à cosmética da linguagem. Nem consentir que calem o que temos a dizer e a viver nessa fase da vida que, se não chegou, ainda chegará. Pode parecer uma besteira, mas eu cometo minha pequena subversão jamais escrevendo a palavra “idoso”, “terceira idade” e afins. Exceto, claro, se for para arrancar seus laços de fita e revelar sua indigência.
Quando chegar a minha hora, por favor, me chamem de velha. Me sentirei honrada com o reconhecimento da minha força. Sei que estou envelhecendo, testemunho essa passagem no meu corpo e, para o futuro, espero contar com um espírito cada vez mais velho para ter a coragem de encerrar minha travessia com a graça de um espanto.

Eliane Brum, jornalista, escritora e documentarista (Foto: ÉPOCA)
ELIANE BRUM
Em Época Online.

A poesia dos sentidos





"O amor é a poesia dos sentidos. 


Ou é sublime, ou não existe. 


Quando existe, existe para sempre 


e vai crescendo dia a dia."




Honoré de Balzac




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Vontade...


Aos vegetarianos

Se vegetarianos amam tanto assim os animais, 

por que eles comem toda comida dos pobrezinhos?

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domingo, 19 de fevereiro de 2012

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Pense



Bate na alma a vida que não veio. 


Mas sai da alma que vida que virá.

Só vale a pena...


Tomes estes cuidados


Borboletas ao vento.


Alegria x Tristeza


Audácia.









Nada existe de audacioso 




sem a desobediência às regras.






 

Jean Cocteau



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Alegria, alegria


O MAIOR LÍDER.

Conheça os teus amigos.

Diferença, grande diferença.

“Grandes mentes discutem ideias; 
mentes medianas discutem acontecimentos;
 mentes pequenas discutem pessoas”




 Eleanor Roosevelt

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Marchinhas eternas.

Marlene
http://www.youtube.com/watch?v=qza2GIwp7jg

Bons Carnavais

Noel Rosa

Com que roupa...
http://www.youtube.com/watch?v=OVgqL_Z1SL8&feature=related

Gago apaixonado
http://www.youtube.com/watch?v=u9gIhMDT4os&feature=related

A deusa da minha rua.

http://www.youtube.com/watch?v=L0YTFw9VjRk&feature=related

Sílvio Caldas. Imortal.

Leva eu...minha saudade...


http://www.youtube.com/watch?v=SXSIyCdtEkU&feature=share


Nilo Amaro e seus Cantores de Ébano  (anos 60).

Corrupção.

Velhos ditados, bem atualizados

Velhos ditados atualizados:
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1. A pressa é inimiga da conexão.

2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. A arquivo dado não se olha o formato.
4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.
5. Para bom provedor uma senha basta.
6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
8. Hacker que ladra não morde.
9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
10. Mouse sujo se limpa em casa.
11. Melhor prevenir do que formatar.
12. Quando um não quer, dois não teclam.
13. Quem clica seus males multiplica.
14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...
16. Quem não tem banda larga caça com discada.
17. Quem semeia e-mails colhe spams.
18. Quem tem dedo vai a Roma.com
19. Vão-se os arquivos, ficam os backups.
20. Diga-me que computador tens e direi quem és.
21. Uma impressora perguntou à outra: - Essa folha é sua ou é impressão minha?
22. Aluno de informática não cola, faz back-up.
23. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.
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Do amigo Sérgio, no Face.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Livros

O bem.


A amizade...


Darwin.

Velho demais?



Você nunca é velho demais para rejuvenescer. 



Mae West

Pensamento chinês.

Foto do dia.

Se tudo der errado...

Humildade

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Um mundo melhor...

O Sol.

Atitudes e opiniões.

Pessoas admiráveis.

Que bom. Tomara que seja pra valer.

Nem tudo, nem tudo.

Mais esperto.

A única religião.

Depressão?

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Homens com barriguinha x musculosos. Veredicto.










Tenho um conselho valioso para dar aqui: se você acabou de conhecer um rapaz, tente disfarçadamente descobrir como é sua barriga.

Se for musculosa, torneada, estilo `tanquinho´, fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim.

Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta. 

Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma e provavelmente será engraçado, mesmo. 

E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam.

Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar. 

Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.

Outra coisa fundamental:

Homens barrigudinhos são confortáveis!

Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!

Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.

Dia Internacional da BARRIGA - Está chegando

CHEGA DE VIADAGEM!

O mundo inteiro sabe que quem gosta de homem bonito são os viados. Mulher quer homem inteligente, carinhoso e boa praça. Por isto está sendo lançado o DIA INTERNACIONAL DOS BARRIGUDOS.

Chega de ter a consciência pesada após beber aquela cervejinha, ou aquele vinho, e comer aqueles petiscos. 
Chegou a sua vez!! Salada, é o caralho!!

Nosso Lema: "Mais vale um barrigudinho bom de cama, do que um gostosão fracassado".

Nosso ìdolo: "Homer Simpson".

Passe a diante para todos os barrigudos e simpatizantes!!

P.S.: E mandamos um recado para você "sarado gostosão": Enquanto você malha, sua namorada está tomando cerveja num motel, com um barrigudo!


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CARLA MOURA PSICÓLOGA, ESPECIALISTA EM SEXOLOGIA

Happy Valentine's Day.

O que os aposentados fazem na velhice?

"Muitas pessoas me perguntam: 
O que os velhos fazem quando se aposentam?
Bem, eu tenho sorte de ter uma formação 
em engenharia química, e uma das coisas 
que eu mais gosto é transformar cerveja, 
vinho e outras bebidas alcoólicas em urina ".


Harold Schlumberg 
Uma dessas pessoas que continuam 
produzindo, mesmo aposentado.
...

Rumo

Já inspecionei a proa,
amarrei a carga,
desatei a vela.
O vento sopra forte e
enfuna meu coração
de alegria.
Agora é contigo, Senhor.
Toma o leme e risca
o rumo do meu barco – não
penses que irei por
este mar sozinho.


de Jamil Snege

Valentine's Day is today.



Não tempo tempo.

Afinal, quem mulher nunca...

Acorde sorrindo.




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O segredo de acordar sorrindo 

consiste na alegria de dormir feliz 

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Marilyn Mendes

Minha aluna de Publicidade.

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A honestidade.

Morrer de pé.


É melhor morrer de pé do que viver de joelhos.



Emiliano Zapata

Dieta pobre em proteínas leva à perda de massa corporal.

As pessoas que consomem calorias em excesso, em uma dieta pobre em proteínas, ganham menos peso, mas pagam um preço por isso: a perda de massa magra corporal.

Em um experimento controlado, publicado na edição de 4 de janeiro da revista "The Journal of the American Medical Association", os pesquisadores internaram 25 voluntários e os submeteram a uma dieta de estabilização de peso durante duas a três semanas.

Em seguida, eles foram aleatoriamente designados para seguir dietas compostas de 5%, 15% ou 25% de proteína, por dois meses, com uma quantidade de calorias 40% maior que a contida na dieta de estabilização de peso.

Como era de se esperar, todos eles ganharam peso. Os voluntários submetidos às dietas rica em proteínas e normal engordaram em média 6,12 kg e os voluntários do grupo submetido à dieta pobre em proteínas ganharam aproximadamente 3,17 kg.
Todos ganharam aproximadamente 3,4 kg de massa adiposa. Contudo, os resultados relacionados à massa magra foram diferentes.

O grupo que realizou a dieta com quantidade moderada de proteínas ganhou 2,85 kg de massa magra e o grupo que recebeu a dieta rica em proteínas ganhou 3,17 kg.

Por outro lado, as pessoas submetidas à dieta pobre em proteína perderam 680 gramas de massa magra.

"Quando submetido a uma dieta pobre em proteína, o corpo necessita obtê-la em algum lugar e a retira da massa magra", afirmou o médico George A. Bray, principal autor do estudo e professor de medicina da Universidade do Estado da Louisiana.

"Você está perdendo massa magra e não há nada que recomende isso", alertou.
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Fonte: Folha