quinta-feira, 24 de março de 2011

Envelhecer

Envelhecer não é
tão catastrófico se
considerarmos 
a alternativa.


Maurice Chevalier

Cantor e ator francês,
já falecido.
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quarta-feira, 23 de março de 2011

Curitiba




Foto-poema de Lina Faria, 
publicada no Blog do Zé Beto.

JJ

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As Igrejas

As igrejas são feitas pelos homens,
que dizem que falam em nome de Deus.

Só que os homens erram, sempre, e
prejudicam a reputação deles mesmo 
e das suas igrejas.

Ninguém é perfeito, nem infalível.

Nem o Papa.

Dogmas de fé...

Não consigo crer.


JJ

Quer quer fazer, faz.

Quem quer fazer dá um jeito, mas
quem não quer fazer dá uma desculpa.


Stephen Dolley Jr.
.  .  .  .

Faça!

É melhor se arrepender por ter
feito alguma coisa, do que se
arrepender por ter deixado de
fazer aquela coisa.


Jan Skoczek
Meu avô materno

O conselho do Samurai




Um samurai, conhecido por todos pela sua nobreza e honestidade, veio visitar um monge Zen em busca de conselhos. Entretanto, assim que entrou no templo onde o mestre rezava, sentiu-se inferior, e concluiu que, apesar de toda a sua vida ter lutado por justiça e paz, não tinha sequer chegado perto ao estado de graça do homem que tinha à sua frente.

- Por que razão me estou a sentir tão inferior a si? Já enfrentei a morte muitas vezes, defendi os mais fracos, sei que não tenho nada do que me envergonhar. Entretanto, ao vê-lo meditar, senti que a minha vida não tem a menor importância.

- Espere. Assim que eu tiver atendido todos os que me procurarem hoje, eu dou-te a resposta.

Durante o resto do dia o samurai ficou sentado no jardim do templo, a olhar para as pessoas que entraram e saíram à procura de conselhos. Viu como o monge atendia a todos com a mesma paciência e com o mesmo sorriso luminoso no seu rosto. Mas o seu estado de ânimo ficava cada vez pior, pois tinha nascido para agir, não para esperar. De noite, quando todos já tinham partido, ele insistiu:

- Agora podes-me ensinar?

O mestre pediu que entrasse, e conduziu-o até o seu quarto. A lua cheia brilhava no céu, e todo o ambiente inspirava uma profunda tranquilidade.

- Estás a ver esta lua, como ela é linda? Ela vai cruzar todo o firmamento, e amanhã o sol tornará de novo a brilhar. Só que a luz do sol é muito mais forte, e consegue mostrar os detalhes da paisagem que temos à nossa frente: árvores, montanhas, nuvens. Tenho contemplado os dois durante anos, e nunca escutei a lua a dizer: por que não tenho o mesmo brilho do sol? Será que sou inferior a ele?

- Claro que não - respondeu o samurai. - Lua e sol são coisas diferentes, e cada um tem sua própria beleza. Não podemos comparar os dois.

- Então, tu sabes a resposta. Somos duas pessoas diferentes, cada qual a lutar à sua maneira por aquilo que acredita, e a fazer o possível para tornar este mundo melhor; o resto são apenas aparências.




Conto Zen

terça-feira, 22 de março de 2011

Quem não sabe...

Quem não sabe o que procura,
não percebe quando encontra.


Caio Domingues


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O que você é...

Preocupe-se mais com seu caráter 
do que com sua reputação. 

Caráter é aquilo que você é, 
reputação é apenas o que os outros 
pensam que você é.



John Wooden

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Educar.

Educar não é cortar as asas.

É orientar para o voo.

É ensinar a voar


Autor desconhecido.

.,.,.

Viajar é descobrir a vida.



Viajar é descobrir o desconhecido,
é conhecer o imaginado ou sequer
sonhado, é sentir novos aromas,
sabores e cores, é ampliar os nossos
horizontes e ampliar nossos sentidos.

Quem não viaja sabe pouco da vida.

Tão pouco, que sequer imagina.

Se imaginasse, viajava.


JJ

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O pensamento de Bill Gates

Meus filhos terão computadores.

Mas, antes, terão livros.



Bill Gates
. . .

Enterrem meu coração na beira do rio.




Este é um livro que recomendo a todos ler: "Enterrem meu coração na beira do rio", de Dee Brown, que relata a matança dos índios norte-americanos, pelos civilizados homens brancos.


É um eloquente  relato da destruição sistemática dos índios da América do Norte. Lançando mão de várias fontes, como registros oficiais, autobiografias, depoimentos e descrições de primeira mão, Dee Brown faz grandes chefes e guerreiros das tribos Dakota, Ute, Soiux, Cheyenne e outras contarem com suas próprias palavras sobre as batalhas contra os brancos, os massacres e rompimentos de acordos. 


Todo o processo que, na segunda metade do século XIX, terminou por desmoralizá-los, derrotá-los e praticamente extingui-los. 


Publicado originalmente em 1970, este livro foi traduzido para dezessete línguas e vendeu quatro milhões de cópias. 


Com ele, Dee Brown, um dos maiores especialistas em história norte-americana, mudou para sempre o modo do mundo ver a conquista do Velho Oeste e a história do extermínio dos peles- vermelhas.


Há um filme, em DVD, no mercado, mas a leitura deste livro é fundamental, importante, emocionante e revoltante (na verdade).


O que os homens brancos norte-americanos, sem palavra e de forma covarde, fizeram é imperdoável. Infelizmente, não se pode mudar a História, mas é bom que os relatos mostrem a verdade, que - neste caso - são bem diferentes dos filmes de mocinhos x índios que sempre vimos nos cinemas.


Os bandidos não eram os selvagens indígenas.


Que esta História não se repita.


JJ